O Grande Irmão que tudo vê foi apresentado no livro 1984 de George Orwell e está disponível no app Skeelo
Imagem: 1984 George Orwell |Skeelo
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O Grande Irmão que tudo vê foi apresentado no livro 1984 de George Orwell e está disponível no app Skeelo
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App de e-books elenca títulos de representatividade em diversos segmentos do conhecimento feminino
O Dia Internacional da Mulher, que é comemorado no dia 8 de março, se mostra sempre com uma data muito importante, que traz à tona a luta pela igualdade de gênero em todos os segmentos da sociedade. A data costuma chamar atenção também para o combate à violência contra a mulher, que tem números alarmantes em todo o mundo.

Imagem:Master 1305| Desenhado por @Freepik
Halloween e o que você pode fazer? Revisitar os clássicos do horror, claro! Quem não conhece ainda Bram Stocker, Mary Shelley ou Edgar Allan Poe precisa aproveitar a oportunidade. AT Sergio, escritor romancista com predileção pelas histórias de horror e ficção ajuda a escolher os clássicos. E, de quebra, dá sua opinião pessoal sobre alguns dos escritores mais famosos de todos os tempos. Confira:
Abraham "Bram" Stoker – nascido em Dublin, o escritor conhecido como Bram Stocker foi o criador de uma das obras mais famosas de todos os tempos, lançada em 1897. Drácula tornou-se a mais famosa obra sobre vampiros da história da literatura. Antes de escrever seu clássico, o escritor passou anos imerso em pesquisas sobre folclore, mitologia e, por isso, suas histórias são carregadas de detalhes e simbologias. “Nem todo mundo gosta de Bram Stocker, já que sua escrita não é do tipo dinâmica. Mas não podemos negar que ele é essencial para quem ama ou quer conhecer terror. Eu diria que Bram Stocker, especialmente Drácula, é necessário”.
Mary Wollstonecraft Shelley – A escritora londrina é, nada mais nada menos, do que a criadora de outro personagem clássico do terror, Frankenstein. Além de autora, também teve suas incursões pelo teatro, pelas biografias e até mesmo pela literatura de viagens, pasmem. Mas seu romance gótico Frankenstein: ou O Moderno Prometeu, de 1818, é considerada a primeira obra de ficção científica da história e, além disso, ainda ajudou a lançar um novo modelo de história de horror, que mistura o romantismo, também! “Mary é mais dinâmica que Bram, e seu monstro é uma criação essencial na literatura de terror. Eu diria até que a parte de drama da história de Frankeinstein é referência para a literatura de entretenimento até hoje. Um monstro com coração”, lembra AT.
Clive Barker – quem não conhece Hellraiser e Pinhead? Sim, Clive Barker, um artista inglês multifacetado (dramaturgo , romancista , diretor de cinema e artista visual) teve seu primeiro sucesso com a série de contos Os Livros de Sangue, na década de 1980. É do tipo que gosta de fazer tudo, inclusive ilustrar os próprios livros e, talvez esse seja o maior motivo por eles ganharem notoriedade tão visual. Para AT, Clive é o “cara do sangue, da ação, de nos tirar no chão! É um mestre na arte de descrever cenas com vísceras e muita crueldade com os personagens e com o leitor. Fundamental para quem escreve e gosta do gore”.
P. Lovecraft, escritor americano que, segundo muitos autores, revolucionou o gênero de terror, atribuindo-lhe elementos fantásticos típicos dos gêneros de fantasia e ficção científica. “Não sou dos seus maiores fãs, mas não posso negar a importância de suas histórias para o desenvolvimento do terror cósmico, fora da caixa total. Sua escrita não é nada dinâmica, mas precisa estar na lista dos que merecem ser lidos e apreciados”, revela AT Sergio. O próprio Lovecraft chamava seu princípio literário de "Cosmicismo" ou "Horror Cósmico", pelo qual a vida é incompreensível ao ser humano e o universo é infinitamente hostil aos seus interesses.
Edgar Allan Poe, autor poeta, editor e crítico literário, integrante do movimento romântico – sim! Foi um dos primeiros escritores norte-americanos de contos e é, geralmente, considerado o inventor do gênero ficção policial, também recebendo crédito por sua contribuição ao emergente gênero de ficção científica. Foi um influenciador da literatura ao redor do mundo, e suas obras mais conhecidas são góticas, um gênero que ele seguiu para satisfazer o gosto do público. Para AT Sergio, um mestre: “sua escrita abriu as portas para o policial, o terror, com pitadas de drama na dose certa. Ele escreve com a alma e nos faz mergulhar em suas histórias a ponto de nos fazer sofrer com cada cena, cada sentimento dos personagens”.
F. Lucchetti, conhecido como o "Papa da Pulp fiction" no Brasil, é paulistano de Santa Rita do Passa Quatro, e trabalhou como ficcionista, desenhista, articulista e roteirista de filmes, histórias em quadrinhos e fotonovelas. São 1547 títulos publicados, 300 quadrinhos assinados, mais de 25 roteiros de filmes, três programas de televisão, centenas de artigos divulgados em revistas e jornais, e produções para rádio. “Lucchetti é um mestre do pulp nacional, com seus personagens cheios de sensações e descrições perfeitas de cenas de ação e suspense. Ele sabe envolver, mesmo usando às vezes uma linguagem mais afastada do que hoje usamos como usual. Não há literatura pulp/terror/horror no Brasil se não citarmos ou considerarmos o mestre Lucchetti”, finaliza AT.
Quem é AT Sergio
A.T. Sergio é um escritor pernambucano, romancista, organizador e participante de antologias nos gêneros terror, suspense, mistério e policial, publicado por diversas editoras nacionais e através da plataforma independente da Amazon. Autor Hardcover, plataforma de aperfeiçoamento da escrita desenvolvida pela Vivendo de Inventar, depois de publicar contos em mais de 25 antologias, estreia em romances com essa publicação, “Eles”, após ter sido finalista no prêmio SweekStars, edição 2018. Redator da revista eletrônica “A Arte do Terror”, é também colunista do portal literário “Literanima”, onde publica textos periódicos sobre criatividade e forma de escrita.
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Encontro com o escritor Richard Zimler e sarau de poesia acontecem ao vivo. Programação traz também mais uma edição Ciclo de Cinema e Psicanálise, que debate o longa Rede de ódio
Nessa semana, o #MISemCASA, campanha virtual com conteúdo diário e inédito do Museu da Imagem e do Som – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – traz duas programações de literatura. Na segunda, feriado do Dia da Independência, acontece o Sarau do Grito. Realizado em parceria com a PUC-SP e com curadoria de Frederico Barbosa – poeta, crítico literário e professor de literatura –, 18 poetas contemporâneos declamarão ao vivo seus poemas, embalados ao som da cantora e compositora Fortuna. No domingo, a terceira edição do MIS Ex-Libris traz um encontro com o escritor norte-americano, naturalizado português, Richard Zimler, autor de Último cabalista de Lisboa.
Na terça, às 18h30, o público pode participar da masterclass Cinema: A montagem visual de um mundo, com Cristina Amaral, montadora com mais de 60 trabalhos cinematográficos em seu currículo. Realizada pela Mostra Ecofalante de Cinema, em parceria com a Spcine e com o apoio do MIS, a masterclass tem inscrição gratuita, mas é necessário realizar o cadastro por este link (vagas limitadas).
Também na terça, às 20h, acontece mais uma edição do Ciclo de Cinema e Psicanálise, que, em parceria com a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP) e a Folha de S.Paulo, debate o longa Rede de ódio (Hejter, dir. Jan Komasa, Polônia, 2020, 136 min,18 anos). O filme, que ganhou o prêmio de melhor filme internacional no Festival de Cinema de Tribeca, tem como protagonista um rapaz especializado em destruir reputações nas redes sociais.
Completam a programação do #MISemCasa desta semana o Bate-papo de Cinema Pontos MIS, que exibe e debate o filme A hora da estrela, longa de estreia de Suzana Amaral, e mais uma edição da Mostra Cinema de Acervo, que, sob o recorte Sétima arte, exibe três filmes que mostram o cinema a serviço de um olhar sobre as diversas manifestações artísticas e suas criações.
Cursos
O MIS está com inscrições abertas para mais de 30 cursos online. São opções nas mais diversas áreas do conhecimento: cinema, HQ, fotografia, videoclipes, séries, história da arte e música. A lista completa e todos os detalhes podem ser conferidos no site do Museu: www.mis-sp.org.br/cursos
O #MISemCASA acontece em conjunto com o #Culturaemcasa, desenvolvido pela Secretaria de Cultura, por conta da orientação do Centro de Contingência do Covid-19, que determinou que os equipamentos culturais do Governo do Estado de São Paulo tenham o seu funcionamento temporariamente suspenso.
O MIS conta com patrocínio máster de Youse, patrocínio de Kapitalo Investimentos, Denso e Cielo, e apoio institucional de TozziniFreire Advogados.
Programação #MISemCasa |07 a 13.09
07.09 | Segunda-feira | 17h | Sarau do Grito (ao vivo)
Em parceria com a PUC-SP, o MIS realiza, ao vivo, o Sarau do Grito. Sob a curadoria de Frederico Barbosa – poeta, crítico literário, professor de literatura e diretor da Casa das Rosas – 18 poetas contemporâneos declamarão seus poemas, embalados pelo som de Fortuna, cantora e compositora dedicada a resgatar o cancioneiro ladino. O Sarau do Grito, programação idealizada pela PUC-SP que integra o #poesianapuc, será transmitido ao vivo no canal do YouTube das duas instituições (TV PUC e MIS). “No dia sete de setembro de 1822, o príncipe Dom Pedro deu o famoso Grito do Ipiranga e, assim, reza a lenda, proclamou a independência do Brasil. Todos conhecemos os aspectos fantasiosos dessa independência e desse grito, mas é difícil discordar de que hoje nós todos temos muitas razões para gritar”, comenta Barbosa. “Na poesia, temos talentos muito diversos e consequentes: vozes bastante potentes que podem nos auxiliar a gritar a plenos pulmões. Não gritar no sentido literal, de elevar a voz destemperada, mas no sentido de dar intensidade e tempero à linguagem, para que seja capaz de atingir, mover, reconfortar ou acordar todos os brasileiros”, completa.
08.09 | Terça-feira | 18h30 | Mostra Ecofalante: Masterclass com a montadora Cristina Amaral
Realizada pela Mostra Ecofalante de Cinema, em parceria com a Spcine e com o apoio do MIS, acontece na terça-feira a masterclass com Cristina Amaral, montadora com mais de 60 obras cinematográficas em seu currículo. “A ideia é pensar a montagem como trabalho no cinema – reflexo/reflexão, captura e provocação de sentimentos, posturas e reações humanas frente a seu tempo e sua relação com o mundo”, diz Amaral. A masterclass tem inscrição gratuita, mas é necessário realizar o cadastro por este link (vagas limitadas).
Cristina Amaral nasceu em São Paulo e formou-se em Cinema na Escola de Comunicações e Artes da USP (ECA-USP) nos anos 1980. Iniciou sua carreira em 1977 no filme Parada 88, de José Anchieta, e desde então assinou a montagem de diversos diretores, como Carlos Reichenbach, Guilherme de Almeida Prado, Edgar Navarro e Andrea Tonacci, com quem criou em 1997 a Extrema Produções Artísticas, que mantém até hoje. Entre os principais trabalhos, estão Serras da desordem (2006), de Tonacci, e Falsa loura (2007), de Reichenbach.
08.09 | Terça-feira | 20h | Ciclo de Cinema e Psicanálise l Rede de ódio (ao vivo)
O programa, realizado em parceria com a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP) e a Folha de S.Paulo, traz em cada edição um debate sobre um filme com um jornalista e um psicanalista convidado. Desta vez, entra em debate Rede de ódio (Hejter, dir. Jan Komasa, Polônia, 2020, 136 min, 18 anos). O filme, que ganhou o prêmio de melhor filme internacional no Festival de Cinema de Tribeca, tem como protagonista um rapaz especializado em destruir reputações nas redes sociais. Participam da conversa, mediada por Luciana Saddi, diretora de Cultura e Comunidade da SBPSP, a psicanalista Rahel Boraks e o jornalista Rogério Simões. O longa não será exibido, mas pode ser assistido na Netflix. Sinopse: Tomesz tem uma obsessão por Gabi e sua rica família. Quando é expulso da faculdade de Direito por plágio, ele começa a trabalhar em uma agência de marketing e é encarregado de destruir a reputação de um político liberal. Participe do bate-papo.
10.09 | Quinta-feira | 20h | Mostra Cinema de Acervo – Sétima arte A campanha #MISemCASA apresenta a Mostra Cinema de Acervo, uma seleção de filmes brasileiros digitalizados a partir de material físico tais como 16mm, 35mm ou Super 8, disponíveis no Acervo MIS. Na mostra Sétima Arte, os filmes selecionados são um pequeno retrato da composição de linguagens que é o cinema. A Mostra, que tem duração de 48 min, exibe na sequência três filmes que mostram o cinema a serviço de um olhar sobre as diversas manifestações artísticas e suas criações. Serão exibidos Grandes são os desertos... (dir. Marily da Cunha Bezerra, 1990, Brasil, 8 min, livre), que traz para a tela a angústia e a solidão da poesia de Álvaro de Campos; God Jokes: a arte de Abdul Mati Klarwein (dir. Adelino dos Santos Abreu, Brasil, 1981, 30 min, livre), que apresenta a arte do artista francês que teve muitas de suas obras estampando capas de discos musicais; e, por fim, Titãs da pintura (dir. Primo Carbonari, Brasil, 1974, 10 min, 10 anos), que revela o rico e vasto acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Assista à mostra.
12.09 | Sábado | 18h | Bate-papo de Cinema Pontos MIS | A hora da estrela (ao vivo) O programa, que traz uma sessão de cinema online seguida por bate-papo ao vivo, apresenta em parceria com a Spcine Play o longa nacional A hora da estrela (dir. Suzana Amaral, 1985, Brasil, 96 min, 12 anos), estreia de Suzana Amaral na grande tela e adaptação de uma das maiores obras de Clarice Lispector. Para assistir gratuitamente ao filme, que ficará disponível das 11h do dia 10.09 até 12.09, basta preencher um cadastro neste link. Já o bate-papo ao vivo, com Sandra Nunes (pesquisadora e professora da FAAP de Literatura e Dramaturgia), Julio Witer (agente do Projeto Cineclube Spcine, geógrafo, fotógrafo e produtor), com mediação de Giuliana Monteiro (roteirista e diretora) acontece às 18h no canal do MIS no YouTube.
Sinopse: Macabéa é uma imigrante nordestina que vive em São Paulo. Ela trabalha como datilógrafa em uma pequena firma e vive em uma pensão miserável, onde divide o quarto com outras três mulheres. Macabéa não tem ambições, apesar de sentir desejo e querer ter um namorado. Um dia ela conhece Olímpico, um operário metalúrgico com quem inicia namoro. Só que Glória, colega de trabalho de Macabéa, tem outros planos após se consultar com uma cartomante.
13.09 | Domingo | 17h | MIS Ex-Libris 2 – Encontro com Richard Zimler (ao vivo)
A terceira edição do MIS Ex-Libris, programa do Museu que traz bate-papos ao vivo sobre literatura e debate novos suportes tecnológicos, apresenta ao vivo um encontro com o escritor norte-americano, naturalizado português, Richard Zimler, autor de Último cabalista de Lisboa. Participam da conversa José Luiz Goldfarb, curador do MIS Ex-Libris, e a crítica literária e escritora, formada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, Helena Vasconcelos.
Richard Zimler nasceu em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova York, em 1956. É formado em Religião Comparativa pela Universidade de Duke (1977) e mestre em Jornalismo pela Universidade de Stanford (1982). Trabalhou durante oito anos como jornalista na zona administrativa da Baía de São Francisco. Radicou-se em Portugal em 1990, residindo desde então na cidade do Porto. Deu aulas na Escola Superior de Jornalismo e na Universidade do Porto durante 16 anos, lecionando disciplinas na área do jornalismo. Obteve a nacionalidade portuguesa em 2002. Zimler publicou vários romances, alguns dos quais se tornaram best sellers em diversos países, e ganhou prêmios como o National Endowment for the Arts Fellowship in Fiction, em 1994, e o Herodotus Award de melhor romance histórico em 1998. Participe do bate-papo.
Exposições virtuais e Acervo Online MIS
Além da programação digital #MISemCASA, o Museu MIS apresenta cinco exposições virtuais realizadas em parceria com o Google Arts & Culture: Moventes, que traz imagens de diversas situações de deslocamentos e trabalhos itinerantes que muitas vezes passam despercebidos, invisíveis, na correria cotidiana; Coleção Guilherme Gaensly no acervo MIS: uma paisagem humana, com imagens históricas sobre o cultivo do café no interior paulista; Cinema paulista nos anos 1970, sobre a produção e bastidores do cinema paulista dessa década presente no acervo do MIS; Lambe-lambe: fotógrafos de rua em São Paulo nos anos 1970, resgate de uma das primeiras coleções do acervo do MIS com documentação dos fotógrafos de rua em atividade no início dos anos 1970; e A mulher na Revolução de 32, mostra com fotografias, arquivos de áudio e trocas de correspondências (exclusivas do acervo do MIS) relatando o dia a dia de voluntárias da Revolução.
O público também pode conferir parte do Acervo MIS que está digitalizado e pode ser acessado neste link. No Acervo online, os visitantes encontram informações sobre os itens que compõem os acervos museológico e bibliográfico do MIS e, em alguns casos, terá amplo acesso ao conteúdo das coleções de fotografia, áudio e vídeo. Tendo como base um banco de dados desenvolvido especialmente para o acervo do Museu, o Acervo online apresenta-se ao público como um instrumento para a exploração dos milhares de itens que fazem parte da documentação reunida ao longo dos 50 anos do Museu.
S e r v i ç o
#MISEMCASA
SITE www.mis-sp.org.br
Redes
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| Quintal de Histórias | Foto: Estevão Salomão |
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| Grand Bazaar | Foto: Jonas Tucci |
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| Contação Histórias de Arrepio | Foto: Estevão Salomão |
| Oficina Calango do Cerrado | Foto: Estevão Salomão |
| Basquete 3x3 | Foto: Estevão Salomão |