Newsletter

Receba novidades no seu e-mail:

Delivered by FeedBurner

Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens

Projeto para artesãos de Presidente Prudente e região está com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições entre hoje e amanhã (12 e 13/07) para Artesãos e Artistas de Presidente Prudente e região  que desejem divulgar seus trabalhos e técnicas desenvolvidas na confecção de peças artesanais.

Imagem: Divulgação


De maneira totalmente online e gratuita, deverão preencher o formulário eletrônico (CLICANDO AQUI), e anexar fotos dos trabalhos e técnicas desenvolvidas, no próprio formulário para que a equipe do Projeto realize a curadoria dos trabalhos. 


Requisitos

Para participar do projeto, o(a) artista/artesão deverá residir na cidade de Presidente Prudente e região.

Serviço:

Arte Prudente

Projeto de Vitrine virtual dos Artesãos e Artistas de Presidente Prudente e região, atuando no apoio aos participantes do projeto em eventos, feiras, capacitações, entre outras ações, relacionadas aos segmentos artístico e artesanal.

Facebook Arte Prudente

Instagram Arte Prudente


'Conectados' recebe Ana Botafogo em um papo sobre dança e arte

Em entrevista, a bailarina conta como o teatro municipal e os artistas estão enfrentando o momento e a pandemia

Divulgação Ubook


Cacau Hygino conversa com Ana Botafogo no Conectados desta quarta-feira, programa exclusivo da Ubook, maior plataforma de audiotainment da América Latina.  No bate-papo, a bailarina contou sobre seus 44 anos de carreira, suas inspirações, projetos futuros e como trabalhou para popularizar o balé clássico.  Além disso, comentou sobre o enfrentamento dos dançarinos e músicos diante a pandemia e como o teatro municipal continuou levando a arte para as pessoas durante este período. O programa vai ao ar hoje (quarta-feira, 09), às 21h na Ubook FM e estará disponível em formato podcast no dia seguinte, 10 de junho às 11h. 

 

Apresentado por Cacau Hygino, toda semana o Conectados conta com entrevistas inéditas em um bate-papo descontraído com diversas personalidades. O programa vai ao ar toda semana na quarta-feira às 21h na Ubook FM. Para ouvir, basta acessar o aplicativo da Ubook (disponível para IOS e Android). É possível também acompanhar os episódios em formato de podcast, que ficam disponíveis todas as quintas no site e no app. Tanto no app quanto na web, o conteúdo pode ser conferido gratuitamente, basta ter o cadastro na Ubook.

 

Sobre a Ubook

Lançada no início de outubro de 2014, a Ubook é o maior aplicativo de audiotainment da América Latina. Por um valor mensal é possível ter acesso ilimitado a todo o catálogo através do aplicativo. Além dos audiobooks e podcasts, a Ubook inovou o segmento trazendo também séries e documentários originais, notícias e ainda ampliou sua oferta ao disponibilizar também ebooks para seus assinantes. Com a crescente demanda por conteúdo em áudio no país, a plataforma lançou recentemente a Ubook Music e a Ubook FM, uma nova área que oferece música de diversos gêneros para assinantes e não assinantes. Para saber mais acesse: www.ubook.com


AI


#VEIOPRAFICAR  POWER STAY - COMPRE E RECEBA EM CASA

Museu de Energia tem programação na #MuseumWeek 2021

Unidades de Itu, São Paulo e Salesópolis já têm calendário definido para a oitava edição do festival virtual que reúne instituições culturais do mundo inteiro; atividades acontecem até 13 de junho

Imagem: divulgação

O Museu de Energia vai integrar as atividades da #MuseumWeek 2021 - festival virtual que reúne mais de seis mil instituições culturais presentes no mundo inteiro, promovido anualmente pela Culture For Causes Network, a Art Explora e a UNESCO. As atividades deste ano ocorrerão entre os dias 7 e 13 de junho, com a participação de museus de mais de 100 países.

Da parte do Museu de Energia, o público poderá contar com uma programação diversificada, especialmente produzida pelas unidades de São Paulo, Salesópolis e Itu. Conforme proposto pela organização, um calendário foi definido para os sete dias de evento.

PROPOSTA

O objetivo da #MuseumWeek é alcançar públicos conectados, que não estão interessados em cultura e arte, mostrando-lhes conteúdo cultural inédito; estimular o espírito da criatividade e da criação em todos nós, além de reforçar a imagem dos artistas como atores que participam da transformação da sociedade.

Trata-se da oitava edição do evento, que ocorre anualmente desde 2014, via redes sociais, e sempre se baseia em torno da seguinte proposta: "7 dias, 7 temas e 7 hashtags". Na prática, isso significa que durante sete dias, instituições culturais são desafiadas a apresentarem sete atrações, baseadas em sete temas pré-definidos pela organização, nomeados por sete hashtags.

As sete hashtags escolhidas para a edição deste ano foram: #EraUmaVezMW (#OnceUponAtimeMW); #NosBastidoresMW (#BehindTheScenesMW); #PelosOlhosDasCriancasMW (#ChildrenEyesMW); #EurecaMW (#EurekaMW); #LegendeIstoMW (#GiveAcaptionMW); #ArteEmTodaParteMW (#ArtIsEverywhereMW) e #PalavrasProFuturoMW (#WordsForTheFutureMW).

MUSEU DE ENERGIA

Seguindo a proposta da organização, o Museu de Energia elaborou um calendário de atrações que vai misturar história, descobertas da vida e da ciência, novas expressões artísticas e muito ludismo. As exibições ocorrerão pelo Facebook e Instagram. Abaixo seguem os canais de comunicação do Fundação para acompanhar a programação

 

CANAIS DO MUSEU DE ENERGIA:

https://www.facebook.com/museudaenergia/

https://www.instagram.com/museudaenergia/

 

Sobre o Museu de Energia

O Museu de Energia possui três unidades (São Paulo, Itu e Salesópolis), todas mantidas pela Fundação Energia e Saneamento. Desde 1998, a entidade pesquisa, preserva e divulga o patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e de saneamento ambiental. Por meio desses polos, o Museu de Energia realiza ações culturais e educativas que reforçam conceitos de cidadania e incentivam o uso responsável de recursos naturais, trabalhando nos eixos de história, ciência, tecnologia e meio ambiente.

 

EMPRESA MANTENEDORA DA FUNDAÇÃO ENERGIA E SANEAMENTO: CESP

PATROCINADOR MASTER: CTG Brasil

PATROCINADOR: Comgás – Companhia de Gás de São Paulo


AI


Angelo Venosa inaugura Clareira do MAC USP

 

Foto: Divulgação


No último sábado, 5 de junho, o MAC USP deu início a individual Instalação Angelo Venosa, inaugurando sua Clareira, projeto com curadoria de Ana Magalhães e Marta Bogéa. Instalada no térreo do Museu, local de acolhimento de seus visitantes, a Clareira visa estabelecer diálogos entre trabalhos de artes visuais com diversas manifestações artísticas, abrindo novas possibilidades de leitura para o acervo do Museu. 

A exposição de Venosa apresenta obras que pertencem ao acervo do Museu e trabalhos mais recentes, realizados em 2020 e 2021.

Confira os detalhes e a Programação completa da Clareira: 


A CLAREIRA

Clareira (em tupi, Baependi) é uma área de pouca vegetação, ou de vegetação rasteira localizada no interior de uma floresta ou de um bosque. Sua conformação é fundamental para a renovação da floresta e para sua diversidade, pois ela funciona como uma espécie de celeiro: ali, as novas espécies podem emergir e as existentes garantem sua sobrevivência e germinação. No caso da floresta amazônica, por exemplo, são áreas nas quais grupos indígenas nômades estabelecem assentamentos temporários.

No MAC USP, a “Clareira”, instalada no térreo do Museu, local de acolhimento de seus visitantes e de contato com o “chão” da cidade, inaugura um sítio de diversidade e renovação, recebendo uma programação com várias formas de manifestação artística, para qual estão convidados artistas visuais, músicos, performers, bailarinos, escritores, atores, cineastas, curadores, diretores, configurando local de trocas e de expressão artística de linguagens diversas.

A programação alterna ações pontuais nas noites de quinta-feira, intercaladas com duas instalações de Artes Visuais que perduram no tempo. São Paulo Companhia de Dança, Teatro da Vertigem, Noemi Jaffé, Joel Pizzini, Livio Tragtenberg, Eduardo Monteiro, Angelo Venosa, Marcos Gallon, Ana Amorim, DC, Elilson, Julián Fuks, Natalia Timerman, Cristina Elias, César Meneghetti, Eugenio Puppo, Daniel Munduruku, Sonora e Lucia Koch são os artistas e coletivos que irão configurar a Clareira no MAC USP, em 2021.

Foto: Divulgação


Reserve seu ingresso


Junho

05/06 a 01/08 - Angelo Venosa
É um dos poucos artistas egressos da chamada “Geração 80” dedicados à escultura. Desde então lançou as bases de uma trajetória que inclui passagens pela Bienal de São Paulo (1987), Arte Brasileira Século XX (1987, Musée d’Art Moderne de La Ville de Paris), Bienal de Veneza (1993) e Bienal do MERCOSUL (2005). O artista conta com várias esculturas públicas instaladas no país - em São Paulo, no Jardim do Parque Ibirapuera, acervo Museu de Arte Moderna e no Jardim da Luz, acervo Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Agosto
5, 12 e 19/8 - Marcos Gallon (Curador convidado)
Graduado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Como bailarino e coreógrafo, trabalhou em várias companhias de dança em São Paulo. É diretor artístico da Verbo – Mostra de Performance Arte, plataforma anual criada pela Galeria Vermelho (São Paulo), em 2005. Organizador de Verbo – mostra de performance arte (Ed. Tijuana, 2015). Curador convidado na Clareira, Gallon apresenta os artistas Ana Amorim, DC e Elilson.

5/8 - Ana Amorim
Graduada em Artes Plásticas (FAAP), com mestrado nos Estados Unidos (Ohio University) e estudos na Inglaterra e Nova Zelândia, a artista propõe como poética que a sua vida é arte e elege desenhar mapas mentais em livros, ao final de todos os dias, desde 1988, como evidência do seu estar viva. Essa rotina se desdobra em suportes distintos como registro de suas derivas pelo mundo. Grande tela (1989), Grande tela (1990) e O espectro de cor da minha vida (1989) integram o acervo MAC USP.

12/8 - DC
DC atua de maneira transversal no terreno das Artes Visuais. Há nove anos é mediadora em espaços expositivos em instituições de arte. Realizou palestras na Suíça, Vevey e Lausanne. Dedica-se ao projeto Seus filhos também praticam, no qual utiliza a prostituição como ferramenta de trabalho e investigação, aproximando-se de garotos com idade entre 18 e 25 anos, brancos, ricos e autodeclarados héteros. Nesse projeto, busca cultivar o diálogo e a escuta no domínio da raça, classe, gênero e sexualidade.

19/8 - Elilson
Artista e professor, graduado em Letras (UFPE), mestre em Artes da Cena – Performance (UFRJ). Recebeu bolsa do Programa de Formação e Deformação da EAV – Parque Lage (2018), premiado em Rumos Itaú Cultural e pelo EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake. Como educador concebeu e supervisionou o Educativo da XII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. Publicou Por uma mobilidade performativa (Editora Temporária, 2017) e Mobilidade [inter]urbana-performativa (Rumos Itaú Cultural, 2019).

26/8 - Julián Fuks
A ocupação (Companhia das Letras, 2019). É autor de Histórias de literatura e cegueira (2007) e Procura do romance (2011), ambos finalistas dos prêmios Jabuti e Portugal Telecom, e do romance A resistência (2015 , traduzido em cinco línguas e vencedor dos prêmios Jabuti de Livro do Ano de Ficção e Melhor Romance em 2016), Saramago (2017) e Anna Seghers (2018). Foi eleito pela revista Granta "um dos melhores jovens escritores brasileiros". Na Clareira fará leitura de trechos de A ocupação.

AI


Terceiro encontro online do ciclo 1922: modernismos em debate aborda questões ligadas às culturas urbanas

Imagem: Divulgação
 

O evento acontece no dia 31 de maio (segunda-feira), das 18h às 21h15, com transmissão ao vivo nos canais de Facebook e YouTube do IMS, do MAC USP e da Pinacoteca de São Paulo

 

 

No dia 31 de maio (segunda-feira), das 18h às 21h15, acontece o terceiro encontro do ciclo 1922: modernismos em debate, organizado pelo Instituto Moreira Salles, pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e pela Pinacoteca de São Paulo. Online e gratuito, o ciclo promove debates mensais, até dezembro, sobre a Semana de Arte Moderna de 1922. O objetivo é realizar uma revisão crítica da Semana, contextualizando-a historicamente e examinando manifestações consideradas inovadoras em outras partes do país. Todas as atividades serão transmitidas ao vivo nos canais de YouTube e Facebook das três instituições.

 

O encontro do dia 31 de maio inclui duas mesas sobre as relações entre a cultura urbana surgida no Brasil no início do século XX e o modernismo. Na primeira mesa, às 18h, a historiadora Marize Malta fala da presença das artes gráficas, de objetos utilitários, das artes aplicadas, das artesanias e de manifestações populares em grandes cidades como o Rio de Janeiro e como essas produções interferiram nas artes visuais.

 

Em seguida, a professora titular da Escola de Comunicação da UFRJ, Beatriz Jaguaribe, destaca as reformas urbanas realizadas em 1922 para a celebração da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil no Rio de Janeiro, em diálogo com as propostas estéticas da Semana de Arte Moderna de São Paulo. Das 19h às 19h30, será realizado o debate com mediação da curadora chefe da Pinacoteca, Valéria Piccoli.

 

Na segunda mesa, com início às 19h45, o escritor e historiador Luiz Antônio Simas discutirá as dinâmicas da urbanização brasileira a partir do samba, do futebol e da umbanda, cruzando tais processos com o modernismo de 1922.

 

Em seguida, Salloma Salomão, historiador e dramaturgo, questionará  os limites das narrativas das elites e apresentará hipóteses sobre as culturas negras brasileiras como contranarrativas da modernidade hegemônica. Após o encerramento da mesa, das 20h45 às 21h15, haverá um debate com os dois convidados, mediado por Horrana Santoz que também integra a equipe de curadoria da Pinacoteca.

 

Mais sobre o ciclo 1922: modernismos em debate

 

Realizado entre março e dezembro de 2021, de modo online, o ciclo de encontros tem o objetivo de promover uma revisão crítica da Semana de Arte Moderna de 1922. Os debates serão realizados uma vez ao mês e terão ao todo a presença de 41 convidados. Participam pesquisadores de diferentes estados, com o objetivo de comparar pontos de vistas, ampliar o conceito de modernismo e discutir as especificidades dos diversos movimentos que despontaram no Brasil entre os anos 1920 e 1940. Além de reunir especialistas em arte moderna, participam artistas contemporâneos, que discutirão o teor ideológico presente na representação de corpos negres e indígenas nas obras do período. O seminário acontece no ano anterior ao do centenário da Semana de Arte Moderna justamente para nutrir as pesquisas das três instituições para 2022, quando todas farão eventos em torno da efeméride. 1922: modernismos em debate é organizado por Ana Gonçalves Magalhães (MAC USP), Fernanda Pitta (Pinacoteca), Heloisa Espada (IMS), Horrana de Kássia Santoz (Pinacoteca), Helouise Costa (MAC USP) e Valéria Piccoli (Pinacoteca).

 

 

 

Serviço

Encontro 3 | Culturas Urbanas

31 de maio (segunda-feira), das 18h às 21h15

 

mesa 5*

 

18h - 18h30 | Os modernismos das coisa e outras coisa do modernismo, com Marize Malta (UFRJ)

 

18h30 - 19h | Arquivos urbanos de 1922: a disputa pelo moderno e imaginários da cidade, com Beatriz Jaguaribe (UFRJ)

 

19h - 19h30 | debate

Mediação: Valéria Piccoli (Pinacoteca)

 

19h30 - 19h45 | intervalo

 

mesa 6

 

19h45 - 20h15 | A cidade, o poeta e o diamante, com Luiz Antônio Simas (escritor, professor e historiador, compositor brasileiro e babalaô no culto de Ifá)

 

20h15 - 20h45 | modernidade negra e o Modernismo reacionário brasileiro para além de 1822, com Salloma Salomão (compositor, educador, ator e dramaturgo)

20h45 - 21h15 | debate
Mediação: Horrana Santos (Pinacoteca)

*As mesas 1 e 2 (29 de março) e 3 e 4 (26 de abril) estão disponíveis nos canais do youtube das três instituições

 

Atividade gratuita com interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais)

Transmissão ao vivo pelos canais de YouTube e Facebook das três instituições:

 

IMS

youtube.com/imoreirasalles

facebook.com/institutomoreirasalles

 

MAC USP

youtube.com/macuspvideos

facebook.com/usp.mac

 

Pinacoteca de São Paulo

youtube.com/pinacotecadesãopaulo

facebook.com/PinacotecaSP

 

Sobre os debatedores

 

Marize Malta

Historiadora da arte e professora Associada da Escola de Belas Artes da UFRJ. Doutora em história (UFF) e mestra em história da arte (UFRJ), realizou estágio pós-doutoral no Instituto de Artes da Universidade de Lisboa. Líder dos grupos de pesquisa Entresséculos e Modos. É coordenadora do Setor de Memória e Patrimônio da EBA-UFRJ (Museu D. João VI, Arquivo Histórico e Biblioteca de Obras Raras) e editora assistente da revista MODOS.

 

Beatriz Jaguaribe

Professora titular da Escola de Comunicação da UFRJ. Foi professora visitante em várias instituições, como Harvard, Princeton e Stanford. Recebeu nomeação para a bolsa Robert F. Kennedy do Latin American Studies Center (Harvard) e as bolsas Guggenheim e ICAS (NYU) e foi nomeada para a Cátedra Andrés Bello do King Juan Carlos of Spain Center, da Universidade de Nova York. Publicou os livros, Rio de Janeiro: Urban Life through the Eyes of the City (2014) e O choque do real (2007), entre outros.

 

Luiz Antonio Simas

Escritor, professor, historiador, educador e compositor. É autor de 20 livros e de mais de uma centena de ensaios e artigos publicados sobre carnavais, folguedos, religiosidades populares, futebol e culturas de rua. Ganhou o Prêmio Jabuti de Livro de Não Ficção do ano de 2016, pelo Dicionário da história social do samba, escrito em parceria com Nei Lopes. Foi ainda finalista do mesmo prêmio em duas outras ocasiões.

 

Salloma Salomão Jovino da Silva

Historiador, educador, ator, dramaturgo e músico. Mestre e doutor em história pela PUC-SP, é autor de várias publicações, como Memórias sonoras da noite: musicalidades africanas no Brasil, nas iconografias do século XIX (2002). Pesquisa teatralidades e dramaturgias negras, participou da peça Gota d’água preta (2018-2020), é autor do musical Agosto na cidade murada (2018) e atuou no projeto teatral Fuzarka dos Descalços (Prêmio Cultura Inglesa 2019), do Coletivo dos Anjos.

 

Próxima datas e temas do ciclo de encontros:

 

28 de junho – O popular como questão

26 de julho – Outras centralidades

30 de agosto – Artes indígenas: apropriação e apagamento

27 de setembro – Fotografia e cinema

25 de outubro – Artes do cotidiano

29 de novembro – Políticas do Modernismo

13 de dezembro – Futuro e passado: legados para o patrimônio

 

Acesse os sites institucionais para a programação completa.

 


AI








Secult realiza cadastramento de artistas e espaços culturais de Presidente Prudente

 


Imagem: Reprodução

A Secretaria Municipal de Cultura (Secult) está realizando o recadastramento de artistas e espaços culturais de Presidente Prudente, por meio de plataforma online. A iniciativa tem por objetivo o mapeamento e controle interno pela pasta, visando ações futuras.

O secretário da Secult, Yuri Reis, afirma que é muito importante que todos os artistas da cidade façam o cadastro. “Pedimos que todos os grupos e companhias culturais compartilhem a informação, para que alcance todo o público-alvo da ação.”

Para o cadastro de artistas, acesse o link https://forms.gle/8iiDMxSrHyzHknWc6. Já o cadastramento dos espaços culturais deve ser efetuado pelo endereço https://forms.gle/6kATrk6tvqyr57N58.

Fonte: Secretaria de Comunicação

MAC USP abre ao público exposição Vídeo_MAC

Imagem: Divulgação


Quando a crise provocada pela pandemia levou ao fechamento do MAC USP para as atividades presenciais, a exposição Vídeo_MAC já estava pronta para ser montada. Museu e curador iniciaram então as conversas para transformar a exposição presencial em uma proposta de exposição virtual que mantivesse o conteúdo e os conceitos da mostra. O resultado pode ser visto no site do MAC USP - www.mac.usp.br.

Agora a exposição poderá ser vista pelo público em visita ao Museu. Com curadoria de Roberto Moreira Cruz, a mostra resgata um momento muito especial na história do Museu, quando entre 1977 e 1978, em um projeto pioneiro para um museu de arte no Brasil, o MAC USP criou um setor de vídeo que funcionou como uma espécie de laboratório onde os artistas puderam experimentar, criar e difundir a videoarte. Os vídeos produzidos por artistas como Regina Silveira, Julio Plaza, Carmela Gross, Gabriel Borba e Donato Ferrari, entre tantos outros, são praticamente inéditos para o grande público e muito pouco conhecidos pelos pesquisadores. Nas palavras do curador, "a exposição é uma oportunidade de lançar luz sobre esses trabalhos e reelaborar a história da videoarte brasileira em seus primeiros anos".

 

A curadoria é resultado de um projeto de pós-doutorado de Roberto desenvolvido no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte, sob supervisão de Cristina Freire. O projeto beneficiou-se, não só da pesquisa consolidada por Freire com o acervo de arte conceitual ao longo de décadas, como também da doação da Biblioteca de Walter Zanini ao Museu. 


Vídeo_MAC

Curadoria Roberto Moreira Cruz

8 de maio a 25 de julho

Terça a domingo das 10 às 19 horas (necessário agendamento)

11 2648.0254

Entrada gratuita

Para agendamento - sympla.com.br/visitamacusp

MAC USP - Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301 – Ibirapuera



AI

Ciclo de Debates sobre a Semana de Arte Moderna de 1922

 Instituto Moreira Salles, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e Pinacoteca de São Paulo promovem ciclo de debates sobre a Semana de Arte Moderna de 1922

 

Logo MAC USP: divulgação

 

A Semana de Arte Moderna será tema do ciclo de debates 1922: modernismos em debate, que acontece entre março e dezembro de modo online. Os encontros serão realizados uma vez ao mês e terão a participação de 41 convidades. A atividade é organizada em conjunto, de forma inédita, pelo Instituto Moreira Salles, pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) e pela Pinacoteca de São Paulo, e se propõe a promover uma revisão crítica da Semana, contextualizando-a historicamente e examinando outras manifestações similares em diversas partes do país.

 

O programa inclui debates nas quatro áreas representadas no evento modernista: arquitetura, artes plásticas, música e literatura. Além disso, tratará de investigar os motivos históricos e culturais da ausência da fotografia e do cinema na Semana. Outros pontos de reflexão serão o interesse de modernistas pela cultura popular e os discursos nacionalistas que emergiram no período e tiveram desdobramentos políticos e ideológicos de espectro variado.

 

O primeiro encontro, "Histórias da Semana: o que é preciso rever", acontece no dia 29 de março, a partir das 18h, e tem a participação das pesquisadoras Ana Paula Cavalcanti Simioni, Ivana Ferrante Rebello, Regina Teixeira de Barros, além do pesquisador Frederico Coelho e da historiadora e crítica de arte Aracy Amaral (veja a programação completa abaixo). O evento será transmitido gratuitamente pelos canais de YouTube e Facebook das três instituições.

 

Participam pesquisadores de diferentes estados, com o objetivo de comparar pontos de vistas, ampliar o conceito de modernismo e discutir as especificidades dos diversos movimentos que despontaram no Brasil entre os anos 1920 e 1940. Além de reunir especialistas em arte moderna, participam artistas contemporâneos, que discutirão o teor ideológico presente na representação de corpos negres e indígenas nas obras do período.

 

Para Heloisa Espada, curadora do IMS, a Semana de 22 não representa tudo o que ocorreu em termos de modernismo no Brasil. “Queremos mostrar ao público que ela na verdade é um dos eventos, que é preciso perceber que muita coisa importante aconteceu fora do Sudeste." Para Fernanda Pitta, curadora da Pinacoteca, trata-se de pensar a Semana de maneira "menos paulistocêntrica e mais plural. Queremos 'provincializar' a semana e perceber o significado e alcance de outras manifestações do moderno no Brasil."

 

Para Ana Gonçalves Magalhães, diretora do MAC USP, um dos objetivos dos encontros "é trazer para discussão pontos cegos": "Há coisas que deixamos de ver, e outras que não foram tratadas, e que são problemáticas para a Semana", diz, citando como exemplo o que acontecia nas regiões Norte e Nordeste do país na época. "Quando a Semana de 22 emerge, tínhamos acabado de sair do ciclo da borracha, que fez com que Manaus fosse quase uma cidade cosmopolita no século XX. Que cidade é aquela, quem são os atores ali? Há colegas que estão trabalhando sobre isso já há alguns anos, vamos ouvi-los."

O seminário acontece no ano anterior ao do centenário da Semana de Arte Moderna justamente para nutrir as pesquisas das três instituições para 2022, quando todas farão eventos em torno da efeméride.

 

1922: modernismos em debate é organizado por Ana Gonçalves Magalhães (MAC USP), Fernanda Pitta (Pinacoteca), Heloisa Espada (IMS), Horrana de Kássia Santoz (Pinacoteca), Helouise Costa (MAC USP) e Valéria Piccoli (Pinacoteca).


Serviço

 

encontro 1 | Histórias da Semana: o que é preciso rever

29 de março, segunda-feira

 

mesa 1

18h - 18h30 | A Semana de 100 anos, com Frederico Coelho (PUC-Rio)

 

A chegada do centenário da Semana de Arte Moderna, realizada no dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922 no Theatro Municipal de São Paulo, faz com que o evento e seus desdobramentos – isto é, o Modernismo no Brasil – radicalize o aspecto de arquivo do movimento proposto a partir de São Paulo. Como todo arquivo – este, quase borgeano – seus documentos se transformaram ao longo do tempo, a partir de escolhas e perguntas produzidas por diferentes pesquisadores de cada época. No âmbito do centenário da Semana (e do bicentenário da Independência) em um país em ebulição como o Brasil de 2022, o arquivo do modernismo deve ser reinventado à luz de novas perguntas? Será possível rever as narrativas tradicionais sobre o tema – personagens principais e secundários, marcos fundadores, textos canônicos, pautas políticas – à luz das transformações teóricas e estéticas do contemporâneo? Qual Brasil emergirá desse arquivo que faz, ao mesmo tempo, a síntese e a expansão das memórias ligadas à Semana de 1922?

 

18h30 - 19h | Encontros sobre o modernismo, Regina Teixeira de Barros (curadora independente) entrevista Aracy Amaral (USP)

 

Nesta mesa, Aracy Amaral, autora de livros sobre o modernismo no Brasil e organizadora de livros e exposições sobre artistas modernistas, será entrevistada pela historiadora Regina Teixeira de Barros para falar sobre sua trajetória como pesquisadora do período e fazer uma tentativa de balanço sobre o sentido do modernismo às vésperas das comemorações do centenário da Semana de 1922.

 

19h - 19h30 | debate

19h30 - 19h45 | intervalo

 

mesa 2

19h45 - 20h15 | Mulheres modernistas no Brasil: os muitos lugares dos gêneros, com Ana Paula Cavalcanti Simioni (USP)

 

Na Semana de Arte Moderna de 1922, três mulheres artistas estiveram presentes: Anita Malfatti, Regina Gomide Graz e Zina Aita. Enquanto a primeira foi alçada a uma condição de centralidade na história da arte brasileira, as demais mereceram menos atenção. Enquanto o reconhecimento obtido por Anita e, posteriormente, Tarsila do Amaral, parecem fazer do modernismo brasileiro bastante aberto à participação feminina, o obscurecimento das outras duas artistas merece também ser problematizado. A apresentação pretende discutir as relações entre modernismo e gênero no Brasil, em suas pluralidades e diversidades.

 

20h15 - 20h45 | Minas Gerais, um modernismo em surdina: Zina Aita e Agenor Barbosa, com Ivana Ferrante Rebello (Unimontes)

 

Em 1920, a pintora belo-horizontina Zina Aita fez duas exposições, uma no Rio de Janeiro e outra em Belo Horizonte. Com técnicas inovadoras e um colorismo excêntrico, Aita chamou a atenção de Manuel Bandeira e Ronald de Carvalho, que a convidaram para participar da Semana de Arte Moderna, em São Paulo, em 1922. Além de Zina Aita, o aguerrido festival de arte contou com a participação do poeta mineiro Agenor Barbosa. Eles são exemplos de como o modernismo se desenvolveu em Minas Gerais antes de 1922.

Construída a partir do final do século XIX, Belo Horizonte foi a primeira cidade moderna planejada do Brasil. A nova capital trazia linhas urbanísticas arrojadas, inspiradas na Paris da belle époque e na cidade de Washington. Suas avenidas largas e progressistas, no entanto, foram inicialmente habitadas pelo povo mineiro interiorano, afeito à tradição e ao passado glorioso das Minas auríferas. Nos cafés da jovem capital mineira, misturavam-se o ardor pelas novidades que vinham da Europa e o amor pelos velhos hábitos. As revistas e os jornais da época retratavam esse amálgama entre o velho e o novo: sonetos clássicos eram publicados ao lado de trovas de inspiração popular e de poemas e textos feministas. Tais características, assimiladas pelo escritor Cyro dos Anjos, que chegou a Belo Horizonte, em 1920, são assim traduzidas: “O modernismo literário em Belo Horizonte fez-se em surdina, pois a ordem mineira, pesada e conservadora, não apreciava badernas, ainda que literárias”.

 

20h45 - 21h15 | debate

 

 

 

Ao vivo pelo YouTube e Facebook

IMS

youtube.com/imoreirasalles

facebook.com/institutomoreirasalles


MAC USP

youtube.com/macuspvideos

facebook.com/usp.mac


Pinacoteca de São Paulo

youtube.com/pinacotecadesãopaulo

facebook.com/PinacotecaSP


Gratuito

O evento terá interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais)


 

Próxima datas e temas

26 de abril – Identidade como problema

31 de maio – Culturas urbanas

28 de junho – O popular como questão

26 de julho – Outras centralidades

30 de agosto – Artes indígenas: apropriação e apagamento

27 de setembro – Fotografia e cinema

25 de outubro – Artes do cotidiano

29 de novembro – Políticas do Modernismo

13 de dezembro – Futuro e passado: legados para o patrimônio

 

Acesse os sites institucionais para a programação completa.


AI

Educativo MCB lança oficina online para crianças

Com objetivo de instigar a criatividade e a imaginação, a ação online promoverá interação entre crianças do Brasil inteiro

Imagens: divulgação MCB / Zá Szpigel

 
No dia 06 de março (sábado), o Museu da Casa Brasileira (MCB) – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo – lança a nova oficina online De Olho Na Casa, uma atividade do Educativo MCB que acontecerá quinzenalmente para crianças de cinco a 12 anos.
 
Com as primeiras sete edições confirmadas, a realização tem o objetivo de subverter as funções dos objetos ao propor um olhar imaginativo e ‘brincalhão’ sobre as moradias. “Queremos que as crianças olhem para a casa e vejam um laboratório de invenções, com objetos que vão além do que realmente são”, explica Zá Szpigel, educadora do MCB e idealizadora do projeto.
 
Entre as atividades presentes nas primeiras edições estarão experimentos com cheiros e objetos da cozinha. Pais e familiares são muito bem-vindos e devem acompanhar as oficinas e auxiliar as crianças no desenvolvimento das propostas.
 
“A nova oficina do Educativo MCB foi criada para o momento em que estamos vivendo, como uma opção segura de interação das crianças em âmbito nacional, não só entre si, mas também com os conteúdos das próprias casas”, afirma Miriam Lerner, diretora geral do Museu da Casa Brasileira.
 
Serviço
Lançamento da oficina online “De olho na casa”
Dia 06 de março, sábado, às 10h pelo Zoom
Programação para crianças de 5 a 12 anos acompanhadas pelos responsáveis.
 
Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se, há 50 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.
 
Museu da Casa Brasileira | Av. Faria Lima, 2705 | Tel.: (11) 3032-3727
 
AI

Destaques

SPFW (50) achados (4) agenda cultural (58) arte (77) blog evento fashion (17) celebridades (3) cinema (84) comportamento (16) culinária (5) cultura (170) desfile (27) design (44) entrevistas (8) eventos (23) inspirações (9) literatura (44) look do dia (15) make (13) moda (166) música (206) show (136) teatro (81)
 
Evento Fashion by Letícia Noya © 2012 | Designed by Rumah Dijual, in collaboration with Buy Dofollow Links! =) , Lastminutes and Ambien Side Effects