Newsletter

Receba novidades no seu e-mail:

Delivered by FeedBurner

Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens

As lições da história em três mil anos de política

Divulgação/EdiçõesdeJaneiro

Empresário e escritor José Luiz Alquéres resgata a trajetória do pensamento político desde a sua origem a partir de personagens como Santo Agostinho, Montaigne e Hobbes

Erros do passado apenas podem ser evitados ao se refletir sobre a história. Com este propósito construtivo em relação ao futuro, o escritor José Luiz Alquéres aborda a evolução da prática política ao traçar um panorama dos eventos mais importantes no curso da humanidade. São, mais precisamente, Três mil anos de política.

Assim como o título, o livro publicado pela Edições de Janeiro é tão fascinante quanto objetivo. Em 232 páginas, o autor apresenta a história do pensamento político desde a origem, na China e Grécia, passando pelos romanos, a Idade Média, a Idade Moderna e os acontecimentos mais contemporâneos, como o fenômeno do nacionalismo, os modelos totalitários e o neoliberalismo.

Uma nova classe burguesa emerge nas grandes cidades de então.
Gente que privilegia não apenas a arte religiosa, mas também temas
mitológicos ou laicos. Gente que participa do governo de suas cidades
livres, gente que resiste a pagar taxas para reis e cortes inúteis e dispendiosas.
Gente, enfim, que elege o valor liberdade – de agir, pensar,
movimentar-se e de comercializar – a um patamar de importância não
experimentado anteriormente pela humanidade.
(P. 107, Três mil anos de política)

Renomado empresário, editor e filantropo, José Luiz Alquéres traduz a essência de cada período por meio de personagens que marcaram a evolução do pensamento político. Santo Agostinho, Spinoza, Montaigne, Hobbes e Marx, entre tantos personagens, mostram que a história da política é, também, a história da própria humanidade.

“As ideias e movimentos políticos não surgem do azul, sem um propósito específico, mas, antes, de homens, sob circunstâncias que se encontram narradas neste delicioso livro”, pontuou o advogado e escritor José Roberto de Castro Neves, prefaciador da obra, que traz, ainda, francas e corajosas críticas do autor sobre os diferentes períodos.

Depois de sumarizar as principais ideologias que prevaleceram nos regimes políticos, Três mil anos de história conduz o leitor pelos temas que dominam a atual discussão, como a crise da democracia e os efeitos da globalização. Para concluir, Alquéres não poderia ser mais eloquente ao apresentar três “razões para esperança” e os desafios, como a necessidade de garantir maior inclusão e representatividade. Uma manifestação candente de apreço aos valores democráticos.

 

Ficha técnica 
Título: Três mil anos de política
Autor: José Luiz Alquéres
Editora: Edições de Janeiro 
ISBN: 978-65-87061-01-6
Páginas: 232
Formato: 16x23 cm
Preço: R$ 54,00
Link de venda: https://bit.ly/3jlT64Z

Sinopse: Três mil anos de política apresenta, de forma leve, como uma gostosa conversa, a história do pensamento político, desde a sua origem, na China e na Grécia, passando pelos Romanos, a Idade Média, a Idade Moderna e os acontecimentos mais contemporâneos, como o fenômeno do nacionalismo, os modelos totalitários e o neoliberalismo, entre outros. Nada fica de fora.
Mais que relatar fatos, apresenta de forma objetiva uma inteligente perspectiva do movimento dos pensamentos políticos, com uma corajosa e franca crítica. Garantindo a fluidez da leitura, o texto não se perde em citações ou referências. Faz melhor: conta a história.


Divulgação/EdiçõesdeJaneiro


Sobre o autor:
 José Luiz Alquéres é engenheiro, empresário e editor. Com formação complementar em Sociologia e uma longa vivência de trabalho junto a entidades de interesse público, associações empresariais e culturais, sempre esteve em contato direto com o meio político. Contribui regularmente com artigos avulsos e colunas semanais em jornais e é membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Como escritor, publicou Petrópolis (Vianna & Mosley). 


AI

GRATUITO| Premiado em Cannes e Havana, filme ‘Terra em Transe’ estreia mostra ‘Tropicália’ nesta terça-feira no Sesc

Especial do Cine Bosque de junho apresenta filmes representativos do movimento cultural. Sessão começa às 19h30, com entrada gratuita



Uma semana antes de os Beatles lançarem ‘Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band’ e cinco meses antes de Che Guevara ruir em La Higuera, na selva boliviana, o baiano Glauber Rocha colocaria nas telas brasileiras de cinema uma obra que, em 1967, parecia um delírio, mas que hoje pode ser vista como uma profecia do Brasil atual.
Listado entre os cinco melhores filmes nacionais pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema e vencedor de prêmios em Cannes e Havana, o longa-metragem Terra em Transe abre na próxima terça (5), no Sesc Thermas de Presidente Prudente, a mostra Tropicália, especial de junho do Cine Bosque. A sessão começa às 19h30, com entrada gratuita.


Filme – Terra em Transe
(BRA, 1967, 115 minutos. Drama. Direção: Glauber Rocha)
 O filme pode ser considerado um espetáculo poético sobre o transe político pelo qual passam países da América Latina. Considerado o mais importante e polêmico filme de Glauber Rocha e um dos precursores do movimento tropicalista, ‘Terra em Transe’ revelou-se premonitório: o Brasil de hoje é uma verdadeira terra em transe.
O herói da trama é o poeta e jornalista Paulo Martins, vivido por Jardel Filho, especializado em trabalhar para políticos. Na fictícia república de Eldorado, campanhas políticas são polarizadas e confusas, como as que deram justificativa ao golpe de 1964 e ao impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.
Dois líderes populistas disputam a Presidência: o religioso Porfírio Diaz (Paulo Autran) e o ex-sindicalista Felipe Vieira (José Lewgoy). Paulo é assessor de Diaz, mas se cansa com falsas promessas e passa a apoiar o opositor. Erra de novo. Como o rival, Vieira jura combater a fome e governar “para todos”. Mas faz um pacto com políticos e empresários desonestos, entre eles, Júlio Fontes (Paulo Gracindo), o magnata da TV.
5 de junho, terça-feira, às 19h30,
no Bosque do Sesc Thermas.
Ao estrear em 19 de maio de 1967 no Rio de Janeiro e ganhar o mundo, o longa de 105 minutos alcançou repercussões controversas. Trazia a visão de um Brasil caótico e urbano, inédito aos olhos dos estrangeiros. No Brasil, a recepção foi outra. Primeiramente, a censura vetou a exibição, mas constatou que se tratava de uma sátira às esquerdas, liberando-a. Os jovens militantes detestaram a história porque ela revelava as insolúveis divisões da esquerda. Só perceberiam muito tarde que o filme antevia a luta armada que os dizimaria nos anos 1970.
O roteiro final, fruto de dois anos de pesquisa com quase 700 páginas escritas, foi só um resumo da ideia original do autor. No rascunho datado de 1965, temas como homossexualidade, religiões de matriz africana, críticas à Petrobras e trabalho escravo integravam o projeto.
O diretor Glauber Rocha (1939-1981) enfurecia tanto a esquerda como a direita. Além de satirizar ambas, valia-se dos então detestados políticos liberais para patrocinar seus filmes. Assim rodou o documentário “Maranhão 66”, para a campanha a governador de José Sarney – que a descartou, por ser realista demais.
Fazia profecias, em geral sobre o passado. “Ainda faremos filmes feios”, disse em 1970 para valorizar a precariedade de “Terra em Transe”. Resumia assim a sua arte: “Uma ideia na cabeça e uma câmera na mão”. Seu legado está em tentar compreender o caos do Brasil para salvá-lo do atraso. Da crítica social de “Barravento” (1962) à confusão de “Idade da Terra” (1980), passando pela alegoria “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), deixou nove longas-metragens de ficção e oito documentários.

Mostra ‘Tropicália’
Em junho, o especial Tropicália apresenta filmes representativos do movimento cultural que revolucionou a produção artística no Brasil, misturando manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais.
Os tropicalistas sacudiram a cultura brasileira e deram um passo à frente no meio musical tupiniquim. A música brasileira pós-Bossa Nova e a definição da “qualidade musical” no País estavam cada vez mais dominadas pelas posições tradicionais ou nacionalistas de movimentos ligados à esquerda.
Contra essas tendências, os tropicalistas universalizaram a linguagem da MPB, incorporando elementos da cultura jovem mundial, como o rock, a psicodelia e a guitarra elétrica. Ao unir o popular e o experimentalismo estético, as ideias tropicalistas acabaram impulsionando a modernização não só da música, mas da própria cultura nacional.
Ao longo do mês, a mostra cinematográfica ‘Tropicália’ ainda exibe os filmes: O Bandido da Luz Vermelha (12/6), Macunaíma (19/6) e Deus e o Diabo na Terra do Sol (26/6). O Cine Bosque também promove uma sessão extra, no dia 13/6, com o filme Nise – O Coração da Loucura. A exibição integra a programação do Cinepsiquiatria, organizado pela Liga de Psquiatria da Faculdade de Medicina da Unoeste. Após a sessão, haverá bate-papo com o médico psiquiatra Giovanni Lopes de Farias.

SERVIÇO
CINE BOSQUE – MOSTRA ‘TROPICÁLIA’

Filme – Terra em Transe
(BRA, 1967, 115 minutos. Drama. Direção: Glauber Rocha)
Dia 5 de junho, terça-feira, às 19h30.
No Bosque do Sesc Thermas.
Grátis. Classificação indicativa: 14 anos.
Próximos filmes: O Bandido da Luz Vermelha (12/6), Nise – O Coração da Loucura (Cinepsquiatria – 13/6), Macunaíma (19/6) e Deus e o Diabo na Terra do Sol (26/6).

AI

Destaques

SPFW (50) achados (4) agenda cultural (58) arte (77) blog evento fashion (17) celebridades (3) cinema (84) comportamento (16) culinária (5) cultura (170) desfile (27) design (44) entrevistas (8) eventos (23) inspirações (9) literatura (44) look do dia (15) make (13) moda (166) música (206) show (136) teatro (81)
 
Evento Fashion by Letícia Noya © 2012 | Designed by Rumah Dijual, in collaboration with Buy Dofollow Links! =) , Lastminutes and Ambien Side Effects