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'Conectados' recebe Ana Botafogo em um papo sobre dança e arte

Em entrevista, a bailarina conta como o teatro municipal e os artistas estão enfrentando o momento e a pandemia

Divulgação Ubook


Cacau Hygino conversa com Ana Botafogo no Conectados desta quarta-feira, programa exclusivo da Ubook, maior plataforma de audiotainment da América Latina.  No bate-papo, a bailarina contou sobre seus 44 anos de carreira, suas inspirações, projetos futuros e como trabalhou para popularizar o balé clássico.  Além disso, comentou sobre o enfrentamento dos dançarinos e músicos diante a pandemia e como o teatro municipal continuou levando a arte para as pessoas durante este período. O programa vai ao ar hoje (quarta-feira, 09), às 21h na Ubook FM e estará disponível em formato podcast no dia seguinte, 10 de junho às 11h. 

 

Apresentado por Cacau Hygino, toda semana o Conectados conta com entrevistas inéditas em um bate-papo descontraído com diversas personalidades. O programa vai ao ar toda semana na quarta-feira às 21h na Ubook FM. Para ouvir, basta acessar o aplicativo da Ubook (disponível para IOS e Android). É possível também acompanhar os episódios em formato de podcast, que ficam disponíveis todas as quintas no site e no app. Tanto no app quanto na web, o conteúdo pode ser conferido gratuitamente, basta ter o cadastro na Ubook.

 

Sobre a Ubook

Lançada no início de outubro de 2014, a Ubook é o maior aplicativo de audiotainment da América Latina. Por um valor mensal é possível ter acesso ilimitado a todo o catálogo através do aplicativo. Além dos audiobooks e podcasts, a Ubook inovou o segmento trazendo também séries e documentários originais, notícias e ainda ampliou sua oferta ao disponibilizar também ebooks para seus assinantes. Com a crescente demanda por conteúdo em áudio no país, a plataforma lançou recentemente a Ubook Music e a Ubook FM, uma nova área que oferece música de diversos gêneros para assinantes e não assinantes. Para saber mais acesse: www.ubook.com


AI


#VEIOPRAFICAR  POWER STAY - COMPRE E RECEBA EM CASA

Avon doa 220 mil produtos para ajudar na prevenção à Covid-19 em estados da região Norte do país

 


Os produtos foram entregues à Cruz Vermelha, organização que distribuirá para população do Acre e Amazonas


Para minimizar os efeitos da pandemia em regiões que enfrentam necessidade de insumos, a Avon realizou uma doação de produtos para a Cruz Vermelha dos estados do Acre e do Amazonas.

Para o Acre, foram doadas 20 mil unidades de álcool em gel e 20 mil pastilhas de sabonetes. A doação foi feita diretamente para a Cruz Vermelha da região, que distribuirá os produtos em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado. Por meio da parceria, os produtos serão entregues em diversos municípios para as populações mais vulneráveis.

Além da pandemia, o Estado do Acre também enfrenta situação de emergência por contas de enchentes, doenças endêmicas e migrações dos países vizinhos.

Já para o Amazonas, foram doadas 90 mil unidades de álcool em gel e 90 mil pastilhas de sabonetes, que também estão sendo distribuídas para a população em situação de vulnerabilidade social por meio da Cruz Vermelha. Para ambos estados a Cruz Vermelha fará o esforço de distribuir os produtos Avon para o interior, pois são as localidades mais desassistidas.

Desde o início da pandemia, o grupo Natura &Co - formado por Avon, Natura, The Body Shop e Aesop - buscou atuar em três frentes no combate ao Covid-19: cuidar das pessoas, barrar o contágio e manter a economia ativa. Por isso, o grupo investiu no trabalho remoto para colaboradores em cargos administrativos, aperfeiçoou ferramentas digitais para auxiliar no trabalho de consultoras e representantes, intensificou protocolos de segurança e higiene nas unidades das empresas e em entregas de produtos, além de ampliar serviços de cuidado com a saúde física e mental, como atendimento psicológico e telemedicina para a rede. Ao todo, a companhia já destinou R$ 60 milhões para o enfrentamento à Covid-19 em 2020.

Em 2021, o grupo anunciou R$ 30 milhões em doações à saúde pública, comunidades fornecedoras, consultoras e representantes. Desse valor, R$ 4 milhões foram doados ao Conectar (Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras) para a compra de insumos hospitalares e vacinas. A companhia também se uniu a outras 11 empresas para viabilizar a doação de 5 mil concentradores de oxigênio para serem distribuídos no SUS para o tratamento de pacientes com Covid-19. Além disso o Grupo tem investido em ações de enfrentamento à fome, tendo doado 10 mil cestas básicas ao Fundo Social do Estado de São Paulo.


Sobre a Avon


Avon, parte do grupo Natura &Co desde 2020, é uma das maiores empresas de venda direta no mundo. Fundada em 1886, trabalha pela elevação da autoestima, democratização da beleza e a promoção do empreendedorismo feminino. Desde 1958 no Brasil, concentra no país sua maior operação, com cerca de 1,3 milhão de pessoas na força de vendas. Avon é mais do que uma empresa de beleza: é um movimento global pela autonomia das mulheres, com um modelo de negócios ancorado na inovação, geração de oportunidades e na ampliação de suas habilidades empreendedoras, com o objetivo de fortalecer as economias e impactar positivamente a sociedade.

Seu portfólio diverso inclui produtos inovadores e de alta tecnologia, com marcas reconhecidas mundialmente como as linhas de maquiagem Avon e Color Trend, as linhas de cuidados Renew e Avon Care e os perfumes Far Away e 300km. Além disso, suas revistas também oferecem diversos itens para Moda & Casa.

Para obter mais informações sobre a Avon, visite o site CLICANDO AQUI.

AI



Sesc Thermas inicia ação urgente contra a fome para arrecadar alimentos

  

Ação Urgente contra Fome | Foto: Thiago Ferri/Sesc Thermas


Todos os itens recebidos ficarão em Presidente Prudente, sendo revertidos a instituições que atendem famílias vulneráveis 

Em tempos cuja pandemia do novo coronavírus causou agravamento da crise econômica, social e sanitária do país, houve aumento exponencial de pessoas em situação de fome. Buscando minimizar este cenário, o Sesc Thermas de Presidente Prudente inicia nesta terça-feira (11) uma campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis que serão revertidos a instituições sociais da cidade. 

A ação transforma todas as unidades Sesc do estado em pontos de arrecadação, por intermédio do Mesa Brasil, programa criado pelo Sesc São Paulo há 26 anos e que busca alimentos onde sobra para distribuir aos lugares em que falta.  

“Existe muita gente ávida por ajudar, mas que reluta em saber exatamente qual seria a melhor forma de efetivar sua colaboração. Nesse sentido, a reputação que o Sesc angariou ao longo de anos de comprometimento, acrescida da experiência de 26 anos do programa Mesa Brasil, pode ser um fator que auxilie na tomada de decisão consciente, tendo por objetivo a ajuda ao próximo.”, afirma Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo. 

A campanha Ação Urgente contra a Fome visa arrecadar alimentos não perecíveis e que não requerem refrigeração, importantes para a nutrição e essenciais para uma alimentação adequada e saudável de uma família.  

Ação Urgente contra Fome | Foto: Thiago Ferri/Sesc Thermas


"É importante destacar que todos os alimentos arrecadados em nossa unidade de Presidente Prudente ficarão na cidade. O Sesc Thermas está mapeando instituições que atendem famílias em situação vulnerável e fará essas distribuições periodicamente para que elas possam alimentar quem tem fome. Então, a doação dos prudentinos estará ajudando outros prudentinos", explica a gerente do Sesc Thermas, Fabíola Gaspar da Dores. 

Os interessados podem levar suas doações ao Sesc Thermas de terça a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados das 9h às 13h. A unidade segue os protocolos de segurança no combate à Covid-19, por isso a entrada no local é permitida somente com o uso de máscara e mediante medição de temperatura. 

"A entrega é feita sem qualquer contato, pois a própria pessoa entra na unidade e deposita a doação. No local, também temos todas as sinalizações de autocuidado, distanciamento e displays com álcool em gel", complementa Fabíola. 

 

O QUE DOAR 

Alimentos não perecíveis como arroz, feijão, leite em pó, óleo, fubá, sardinha em lata, macarrão, molho de tomate, farinha de milho e farinha de mandioca. Neste momento, a prioridade da campanha é a arrecadação de alimentos para o combate emergencial à fome.   

 

Ação Urgente contra Fome | Foto: Thiago Ferri/Sesc Thermas

MESA BRASIL NA PANDEMIA 

Desde o início da pandemia, o programa coletou, selecionou, transportou e distribuiu mais de 8,2 mil toneladas de alimentos e 520 toneladas de produtos de higiene e limpeza. Foram distribuídas ainda mais de 18.400 cestas de alimentos, somadas às 55 mil cestas básicas, combinadas a kits de produtos de higiene pessoal e limpeza, adquiridas pelo Sesc São Paulo e distribuídas entre as famílias em vulnerabilidade, incluindo comunidades indígenas e refugiados. A aquisição para doação foi algo inédito no programa. 

 

MESA BRASIL SESC SÃO PAULO 

Paralelamente à campanha Ação Urgente contra Fome, a rede de solidariedade que une empresas doadoras e instituições sociais cadastradas segue suas atividades, buscando onde sobra e entregando onde falta, contribuindo para a redução da condição de insegurança alimentar de crianças, jovens, adultos e idosos e a diminuição do desperdício de alimentos. 

 

Hoje, dezenove unidades do Sesc no estado – na capital, interior e litoral – operam o Mesa Brasil. As equipes responsáveis pela coleta e entrega diária de alimentos foram especialmente capacitadas para os protocolos de prevenção à Covid-19, com todas as informações e equipamentos de proteção individuais e coletivos necessários para evitar o contágio. 

 

Saiba+ sescsp.org.br/mesabrasil 

 

AI

Cinemark do Shopping West Plaza reabre com programação de filmes indicados ao Oscar

 Cinema conta com medidas rigorosas de segurança contra a Covid-19
Imagem: Divulgação


Já prepare a pipoca! A Cinemark do Shopping West Plaza reabre no próximo sábado, dia 24 de abril. Seguindo rigorosos protocolos de segurança validados pelo Hospital Israelista Albert Einstein que incluem o espaçamento entre poltronas, aferição de temperatura e filas de espera virtuais.

O cinema, que também seguirá horário de funcionamento reduzido das 11h às 19h, conta com uma programação especial para que o público possa conferir na telona alguns dos indicados ao Oscar. Um dos favoritos ao prêmio de Melhor Filme, “Nomadland” traz a impactante história de Fern, uma mulher na casa dos 60 anos que, depois de perder tudo na Grande Recessão, embarca em uma viagem pelos Estados Unidos a bordo de sua van. Já o drama familiar “Meu Pai” acompanha o engenheiro aposentado Anthony que luta contra a demência e recusa todos os cuidados que a filha tenta impor a ele. 

Outro indicado em cartaz é o longa coreano “Minari: em Busca da Felicidade”, que gira em torno de uma família sul-coreana que se muda para uma fazenda humilde no Arkansas em busca do sonho americano. Também será possível assistir a “Judas e Messias Negro”, filme que conta a história real de Fred Hampton, ativista pelos direitos civis dos negros e líder dos Panteras Negras.

Para animar a criançada, a programação traz ainda produções como “Tom & Jerry”, “Monster Hunter”, “A Viúva das Sombras” e “Os Pequenos Vestígios” . A programação completa com horários pode ser encontrada no site da Cinemark ou do Shopping West Plaza (www.westplaza.com.br).

 

Reabertura Cinema Shopping West Plaza

Local: Piso 3 - Bloco B 

Horário de Funcionamento: 11h às 19h

Endereço: Av. Francisco Matarazzo - Água Branca, São Paulo - SP

Mais informações: pelo site www.westplaza.com.br/ ou pelo telefone (11) 3164-7870


AI

ABRIL AZUL - Mês Mundial de Conscientização do Autismo após um ano de pandemia

 Especialistas explicam sobre a importância do cuidado emocional com os pais e cuidadores de crianças autistas nesse período e famílias relatam como tem sido a rotina deles com seus filhos em casa.

Foto divulgação

Após um ano de pandemia e distanciamento social muitas famílias de crianças autistas têm sentido diretamente as consequências das mudanças de rotina na vida dos filhos. E ainda, em isolamento social, dentro das casas, os desafios são maiores. O medo de contrair o vírus, o stress causado pelo trabalho, angústias de distanciamento do convívio social, todo desgaste psicológico dos pais e cuidadores dentro do contexto de uma pandemia tem chamado a atenção de especialistas. A busca por apoio e orientação parental tem crescido cada vez mais durante esse período:

“Com o aumento das restrições ocasionadas pela pandemia, muitas famílias tiveram seu volume de trabalho aumentado. Enquanto precisam manter seus empregos, ainda há a necessidade de fornecer cuidados em casa e treinamento complementar. Aproveitando o Mês Mundial de Conscientização do Autismo precisamos olhar também para os pais e cuidadores. Para aqueles que dedicam a sua vida ao tratamento dos filhos, divididos entre a rotina do trabalho e da casa. A saúde mental da família, juntamente com o desenvolvimento de habilidades que possam promover o desenvolvimento de independência de seus filhos e filhas, especialmente num momento como esse, precisa ser prioridade. Por isso, além do cuidado às pessoas com autismo, o cuidado aos cuidadores é essencial – a busca pelo acompanhamento psicológico é importantíssima”, explica o Dr. Adriano Barboza - PhD, BCBA, Pesquisador Colaborador no Munroe - Meyer Institute, da University of Nebraska Medical Center, Omaha (NE) e Consultor Técnico do Grupo Conduzir.

Tatiana Teixeira Takasu é advogada, tem 41 anos, é mãe do Miguel de 10 anos - diagnosticado com autismo desde os dois anos e meio. Ela comenta que tem sido desafiador manter as crianças em casa nesse período de pandemia:

“Além do Miguel, tenho também uma filha de 3 anos. Nessa pandemia tudo tem sido um pouco mais difícil. O Miguel gosta muito de ir para a rua, mas não temos saído, por causa da pandemia, ainda mais na fase mais crítica, que interditaram todas as áreas comuns do condomínio. Eu continuo com minha rotina de trabalho. A minha vida é bem corrida, tenho que tomar conta dos filhos, fazer a comida, tem os remédios que tenho que cuidar dos horários para dar ao Miguel. Tudo é bem agitado por aqui.”

Mãe Tatiana Takasu, o marido e os filhos em casa | Arquivo pessoal

Tatiana e o marido dividem as tarefas da casa e trabalho para poderem dar conta de todos os afazeres que envolvem as crianças nessa fase de pandemia:

“Tentamos fazer o máximo para que eles não se sintam tão presos - sei que é difícil porque a gente mesmo se sente preso e estressado, com a criança é pior ainda. Compramos para a casa piscina de bolinha, cama elástica, carteira escolar, brinquedos. A casa ficou uma bagunça - meio escola, meio parquinho - mas estamos nos adaptando da melhor maneira que podemos para que eles sintam o menos possível toda essa pressão. Não vejo a hora que tudo isso passe para ele voltar à rotina que era antes”, comenta a mãe.

Miguel - autista de 10 anos - e a irmã de 3 anos brincando em casa durante a pandemia | Arquivo pessoal

Karina Frizzi, Psicóloga e Analista do Comportamento - Supervisora ABA do Grupo Conduzir, explica que as principais dificuldades relatadas pelos pais e cuidadores de crianças autistas após um ano de pandemia é mesmo em relação à nova rotina da casa:

“Muitos pais nos buscam dizendo que as atividades diárias das crianças estão diferentes agora. Por exemplo: muitas não estão frequentando a escola e recebem atividades para fazer em casa, ou então precisam acompanhar a aula on-line. Além disso, a visita a familiares, viagens ou passeios também deixaram de acontecer nesse período. Dar conta de toda as tarefas de casa, trabalho e ainda estar 24 horas buscando uma forma de estimular a criança pode ser muito desgastante para as famílias”

Laura Marsolla é professora, tem 54 anos, é mãe de Ana Clara - que é autista e tem 14 anos. Ela fala que no início foi bastante complicado se adaptar à nova rotina de aulas on-line com a filha e toda a família dentro de casa:

 “Aqui em casa brincamos que é uma doideira. Como professora, tive que me reinventar para a adaptação das aulas à distância. Tenho também uma filha de 20 anos e meu marido que tem trabalhado de casa. Tem hora que é cada um em um quarto, em reunião. Tivemos que readaptar o quarto da Ana Clara para a nova rotina, tudo para facilitar a organização e montar as tarefas.  O dia é bem corrido, mas como minha filha já faz terapia há bastante tempo, ela já tem mais autonomia. Mas sempre passamos no quarto para saber como ela está, se precisa de algo, damos um mimo pra ela comer, ajudamos na organização. Tem sido uma experiência diferente para todos. Reestruturamos tudo por aqui.”

Mãe Laura Marsolla, o marido e as duas filhas | Arquivo pessoal

A importância do cuidado emocional com as famílias de crianças autistas

Após um ano de pandemia e distanciamento social é muito importante que as clínicas, escolas e instituições que cuidam das crianças com autismo (sejam elas púbicas ou privadas) acompanhem também as famílias, os cuidadores que estão em contato direto com as crianças dentro das casas, e que também estão restritos quanto à sociabilização e expostos às mudanças drásticas de rotina. Dr. Adriano Barboza, que também é Mestre e Doutor em Teoria e Pesquisa do Comportamento pela Universidade Federal do Pará, explica da importância desse olhar de perto, da orientação parental para esta fase:

“Primeiro de tudo, é importante que cada família possa desenvolver estratégias de autocuidado – saúde mental é extremamente essencial neste momento. Cada cuidador precisa ter uma perspectiva clara de quais são as expectativas de ensino para seu filho ou filha. Essas expectativas precisam ser alinhadas com o que é possível atingir, dentro do plano de ensino de cada indivíduo. Além disso, identificar que estratégias podem ser continuadas em casa é essencial, mas precisa ser feito de forma equilibrada. Ao mesmo tempo que é necessário investir em estabelecer condições para a promoção de comportamentos funcionais, é também preciso investir em criar relações positivas entre mães, pais e filhos(as). Não há aprendizado sem motivação.” 

A mãe Laura conta que encontrou um caminho para tentar diminuir o stress e criar atividades que fizessem bem a todos de casa:

“Criamos algumas pausas para tomar lanche, como se fosse o nosso recreio, e fazemos todos juntos. Um importante momento para não passarmos a tarde inteira sem conversar. Além disso, optamos por um passeio de moto no final da tarde, com todos os cuidado de higiene para a nossa proteção. Isso ajudou muito, porque a paixão da Ana Clara é moto. Essa foi uma forma de liberar o stress, porque ela estava tensa. Com o passeio, ela dá gargalhadas, levanta as mãos, abre os braços: é libertador! Um grande escape para a gente. Aqui em casa sempre falamos que a vida tem que ser leve, e que precisamos nos cobrar menos.”

Ana Clara – autista de 14 anos – durante passeio de moto com a mãe | Arquivo pessoal

Treinamento para pais - o olhar para a família

Para tentar lidar de uma forma mais leve diante dessa situação complicada de distanciamento social e cuidados com o filho autista em casa, Karina Frizzi - Psicóloga e Analista do Comportamento do Grupo Conduzir - explica que as conversas dos terapeutas com as famílias devem ser voltadas para entender qual o limite de cada uma:

“Estamos vivendo um momento em que nenhum de nós nunca imaginou e estamos todos tendo que nos adaptar. Por sempre quererem o melhor para os filhos, vemos os pais se cobrando porque às vezes não conseguem fazer todas as atividades, brincar com as crianças, ensinar novas habilidades. Mas é muito importante que os pais tenham seus momentos de descanso também, sabendo que estão dando o seu melhor, e que o principal é que quando estão com seus filhos, consigam estar por inteiro e tenham uma interação de qualidade, mesmo que seja por menos tempo do que eles gostariam.”

Parar um pouco e olhar para todas as demandas estabelecendo uma nova rotina para as famílias, pode ajudar muito neste momento. A psicóloga Karina Frizzi ainda continua:

“No nosso trabalho como terapeutas, em nossa clínica, sentimos a necessidade de ter um momento semanal com os pais, que se dedicam tanto aos filhos e passam grande parte do dia com eles. Elaboramos um “Treinamento para Pais” de maneira remota e, durante a intervenção, os pais são constantemente orientados pela equipe. Um momento onde podemos ensinar mais um pouco sobre como os cuidadores podem ajudar os filhos a aprender novas habilidades, manejar comportamentos, entre outras coisas. Esse tipo de ação é muito relevante para a qualidade de vida de toda a família.”

A mãe Laura faz parte desse grupo e fala sobre a importância dele para a família:

“Eu acho fantástica a preocupação desse olhar para os pais. Saber como estamos lidando com o filho autista em casa, se estão em crise ou não, e como lidar com essas situações. Sempre que eu não sabia o que fazer, me ajudaram prontamente. Sem contar que é muito positiva essa troca com os outros pais, compreender outra visão, ouvir histórias, para avaliar como está a nossa. Eu penso que se os pais estão emocionalmente tranquilos, os filhos também estão. E o contrário também é real.”

A mãe Tatiana também complementa:

“Espero sempre poder participar mais para trocar ideias e crescer. Tudo o que for pra melhorar, estou disposta a aprender. Apesar da correria do dia a dia, tento me dividir entre casa, crianças e trabalho para poder me dedicar a este tempo importante para todos nós”

Terapia ABA para crianças com autismo

A intervenção em ABA (Análise do Comportamento Aplicada) é comprovada cientificamente e indicada pela OMS (Organização Mundial as Saúde) para o tratamento de crianças com autismo. Durante o período de pandemia, os pais precisaram adaptar a rotina das crianças até mesmo em relação às terapias, para que os riscos de prejudicar o desenvolvimento dos filhos em isolamento social fossem minimizados:

“Temos certeza que os pais sempre estão em busca do que é melhor para seus filhos. Eles vão atrás da informação em diferentes lugares e pessoas para decidirem qual a intervenção mais eficaz para o desenvolvimento das crianças. Quando falamos em ABA, falamos de ciência, de uma intervenção cientificamente comprovada. Tudo o que acontece nesse tipo de terapia deve ser registrado e analisado para avaliar os progressos. Mas a intervenção vai muito além do momento da terapia e, por isso, é imprescindível ter a família como parceira, já que são eles quem passam a maior parte do tempo com a criança. Quando os pais estão preparados para manejar os comportamentos e aproveitar oportunidades para ensinar novas habilidades, a aquisição dessas novas habilidades acontece de forma muito mais rápida.”, comenta Karina Frizzi.

O apoio dos pais para o desenvolvimento dos filhos, com a aplicação da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) ao autismo é de grande importância para o acompanhamento das novas habilidades adquiridas. Seja a Intervenção em ABA aplicada de forma on-line ou presencial, é sempre importante verificar com o supervisor como a família pode acompanhar e adaptar as atividades que podem ser realizadas em casa - de acordo com o tempo, rotina e habilidades da criança - assim como explica o Dr. Adriano Barboza, Consultor Técnico do Grupo Conduzir:

“Mesmo com as mudanças de ensino presencial para o ensino on-line, há muitas pessoas com autismo que não possuem habilidades necessárias que as possibilitem acompanhar as aulas de maneira remota, como permanecer sentado, atentar às tarefas que são apresentadas, pedir permissão para falar, responder às instruções no momento em que são fornecidas. Portanto, é importante avaliar adequadamente quais habilidades precisam ser estabelecidas antes de iniciar o processo de ensino em outros formatos. As famílias definitivamente são grandes aliadas nesse processo, porque são elas que irão realizar a implementação dos protocolos necessários em casa. Assim que se recebe a informação de que haverá alguma mudança de rotina, é importante estabelecer um protocolo de transição. Através da elaboração de um protocolo de transição, adaptações ambientais são gradativamente incorporadas com o objetivo de melhor adaptar o indivíduo autista às mudanças que virão.”

A mãe Tatiana preferiu manter as terapias em casa, presencialmente, com todo o cuidado sanitário necessário para preservar a saúde da família e das próprias profissionais:

“Sempre tomamos os cuidados para que todos estejam seguros. Tiramos os sapatos ao entrar em casa, peço também para as terapeutas trocarem de roupa. Utilizamos álcool em gel, máscara. Eu tenho muito medo, principalmente por causa das crianças, e porque tenho meus pais idosos. Tentamos tomar esses cuidados que acho extremamente necessário.”

Filhos da mãe Tatiana dentro do estacionamento do condomínio | Arquivo pessoal

A mãe Laura preferiu manter as terapias de forma on-line. Após adaptações acredita que foi de grande importância não interromper o tratamento da filha por conta da pandemia:

“Decidimos voltar para a terapia on-line assim que a situação da pandemia ficou ainda mais preocupante. Eu até achei que no início não seria tão proveitoso, mas no caso da minha filha percebi que manteve a mesma qualidade. A Ana Clara fica bastante empolgada, a terapeuta envia o link e logo minha filha abre a conversa através da chamada de vídeo. Elas jogam on-line, veem até filme juntas! Tudo para adaptar às vivências, linguagens e situações da idade da minha filha. Isso porque estamos todos privados da interação social, dos amigos, e claro que isso faz muita falta, ainda mais na idade dela. Mas percebo que a terapia vai em busca de recursos para suprir isso da melhor maneira.”


Ana Clara durante aula on-line em casa | Arquivo pessoal

A psicóloga Karina Frizzi explica que a aplicação da terapia (seja ela de maneira remota ou presencial - com os devidos cuidados de higiene) é uma escolha da família. E é importante lidar com tal escolha, para atender a necessidade de cada um:

“Estamos vivendo um momento que é novo para todos, então, precisamos nos adaptar e entender a decisão de cada um. O nosso papel enquanto profissionais é achar a melhor forma de continuar estimulando nossas crianças sem sobrecarregar essa família, e dentro das condições que elas se sentem seguras naquele momento.”

Mês Mundial do Autismo e a empatia com o cuidador

E para relembrar o Mês Mundial de Conscientização do Autismo, é importante ter o olhar atento também ao cuidador, aos pais que estão lado a lado acompanhando toda a adaptação e mudança de rotina das crianças. A conscientização também pode e deve ser através do olhar da empatia e de respeitar os limites de cada família. A psicóloga do Grupo Conduzir, Karina Frizzi, deixa um recado aos pais:

“Pais, respeitem os seus limites. Todos precisamos de cuidado e empatia, mas vejam se estão tendo isso com vocês. Vocês são guerreiros e batalhadores. Estão lutando sempre para dar o melhor aos seus filhos, para acabar com o preconceito, para que seus filhos sejam cada vez mais independentes. Com toda a certeza, este ano está sendo novo para todo mundo. Vocês já passaram por uma situação nova e precisaram se adaptar e viver um “mundo novo”. Todos temos muito o que aprender com vocês, pais, que são verdadeiros exemplos de determinação e luta.”

Lives gratuitas – ao vivo no Mês Mundial do Autismo

O Grupo Conduzir - equipe especializada de profissionais que oferece atendimento multidisciplinar para pessoas com autismo – disponibiliza, gratuitamente, através do Instagram: https://www.instagram.com/grupo_conduzir (@grupo_conduzir), lives durante o todo o mês de Abril, em contribuição à Conscientização do Autismo.

Os temas abrangem conversas sobre a conscientização e inclusão de pessoas com autismo. Com o objetivo de informar a população e derrubar os preconceitos sobre o TEA (Transtorno do Espectro Autista), as lives serão voltadas ao público com o intuito de entender, compreender e incluir - etapas seguidas de uma “jornada que luta por um mundo melhor”. Assim como conta Karina Frizzi:

“O objetivo das lives é falarmos mais sobre o assunto do autismo, conscientizarmos pessoas e também as instituições que atendem os autistas. O quão importante é esse olhar e cuidado com as famílias e como isso pode ser feito da maneira mais humanizada possível.”


AI

SAÚDE | Com home office em alta, meias de compressão são indicadas para evitar problemas vasculares

 

As meias de compressão são grandes aliadas no retorno venoso e ajudam a prevenir problemas de circulação em um momento de pandemia que obriga muitas pessoas a se isolarem e trabalharem em casa.



Meias de compressão | Imagem: Divulgação

 

A alta nos casos de Covid-19 forçou quase todas as cidades do país a adotarem mais restrições para evitar o aumento do contágio. De Norte a Sul, regiões adotam posturas restritivas, como o Lockdown, obrigando muitas pessoas a trabalharem em sistema home office e outras a nem sair de casa. “Além do sedentarismo e dos maus hábitos alimentares aos quais estamos sujeitos pelo estresse da pandemia, trabalhar o dia todo em casa sentado, sem movimentar as pernas, pode predispor o aparecimento de doenças vasculares. Por esse motivo, as meias de compressão podem ser grandes aliadas, na medida em que melhoram o retorno venoso e ajudam a prevenir problemas de circulação nas pernas, como as varizes e trombose”, explica a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da diretoria (comissão de marketing) da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). “Além de pacientes que já têm problemas de circulação ou varizes, essas meias são recomendadas preventivamente para pessoas que permanecem muito tempo em pé ou sentadas, na mesma posição, e querem prevenir as varizes e suas complicações, principalmente se tiver algum histórico familiar de aparecimento desses problemas. O período prolongado sem se movimentar prejudica a circulação do sangue e propicia a formação de veias dilatadas e doentes”, completa a médica.

            A médica explica que essa dilatação da veia é causada pelo sangue que se acumula no vaso, por conta de uma disfunção da válvula que altera a circulação sanguínea, e com isso o sangue tem dificuldade de retornar ao coração como deveria. “As meias de compressão surgiram como uma forma de corrigir esse problema, já que elas comprimem os vasos. Usá-las preserva não só a circulação, como também gera sensação de bem-estar, já que evita que ao fim do dia a pessoa tenha sensação de peso nas pernas. Há meias específicas que podem ser usadas inclusive durante os exercícios físicos, mas todas só devem ser utilizadas com orientação médica”, afirma.

            Isso acontece porque, segundo a médica, nem todas são iguais. “Existem meias de compressão suave, que são usadas para prevenir problemas como varizes e vasinhos; as meias de compressão média são prescritas para quem já tem varizes; por fim, meias de alta compressão são para pacientes que tiveram trombose venosa ou problemas linfáticos mais graves. Além disso, há uma diferença também em relação ao tamanho, por exemplo: o comprimento de 3/4 é de dois dedos abaixo do joelho, enquanto a 7/8 vai até o meio da coxa e o estilo meia-calça vai dos pés ao umbigo”. Como cada caso tem a sua indicação, a consulta com o médico é fundamental. “Usar meias elásticas sem orientação médica pode piorar a situação. A meia não deve deixar a perna marcada: esse é um importante sinal de que o produto não é o ideal. A meia deve ser mais justa na parte de baixo, na região do tornozelo, e mais confortável na parte de cima”, diz a Dra. Aline.

            Como orientação geral, a médica lembra que elas devem ser vestidas pela manhã e retiradas somente à noite, pois, deitado, o paciente tem melhor fluidez do sangue e o uso das meias é dispensável. Por fim, a médica dá algumas dicas de como colocar as meias do jeito certo: “Antes de vestir, coloque a mão dentro da meia, segure o calcanhar e inverta; coloque a meia primeiro no pé, até o calcanhar. Depois pegue a meia e leve até o tornozelo. Ajuste a meia ao calcanhar e ao pé e vista espalhando a meia pela perna”, diz a médica.

            A cirurgiã vascular também sugere alguns exercícios que podem ser feitos até mesmo sentado para melhorar a circulação: “Comece com os pés no chão e, em seguida, levante os calcanhares enquanto mantém as pontas dos pés no chão, permanecendo nessa posição por alguns segundos. Depois, coloque os calcanhares no chão e levante os dedos dos pés. Segure por alguns segundos e repita o alongamento algumas vezes. Outro ótimo exercício consiste em traçar círculos com os pés por alguns segundos, mudando de direção de fora para dentro e de dentro para fora. Você também pode dobrar a perna abraçando os joelhos o mais próximo possível do peito. Permaneça assim por alguns minutos, sempre trocando de perna. Outra medida muito simples e que estimula bastante o fluxo sanguíneo é caminhar pela casa. Esses simples cuidados já estimulam a circulação e minimizam consideravelmente o risco de trombose”, explica.

            Além de movimentar as pernas, existem outras medidas que podem te ajudar, como beber bastante água, evitar consumir álcool e remédios que estimulam o sono, já que, se passarmos muito tempo dormindo, não exercitaremos as nossas pernas. “A atenção deve ser redobrada por indivíduos que possuem fatores individuais que agravam os riscos de desenvolver o quadro, como obesos, tabagistas, portadores de câncer, pessoas que utilizam hormônios ou pílulas anticoncepcionais, predispostos a coagulação sanguínea, gestantes, idosos, deficientes físicos e portadores de varizes”, finaliza a médica.

FONTE:

*DRA. ALINE LAMAITA: Cirurgiã vascular, Dra. Aline Lamaita é membro da diretoria (comissão de marketing) da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, do American College of Phlebology, e do American College of Lifestyle Medicine, a médica é formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (2000) e hoje dedica a maior parte do seu tempo à Flebologia (estudo das veias). Curso de Lifestyle Medicine pela Universidade de Harvard (2018). A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. RQE 26557 http://www.alinelamaita.com.br/


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Em show virtual, Edir Noya traz sucessos da MPB em projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc

O vídeo já está no ar no canal do Youtube da Secretaria de Cultura de Presidente Prudente


Foto:  Divulgação


O show Melhores da MPB foi contemplado pela Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017/2020) por meio do edital nº 007/2020 da Secretaria Municipal de Presidente Prudente, lei emergencial  criada para o pagamento de auxílio emergencial a artistas, produtores, técnicos e espaços culturais como forma de auxiliar um dos setores mais afetados pela pandemia do coronavírus.

O projeto apresentado pela cantora Edir Noya e acompanhada do seu tecladista e produtor artístico, João Elias, levam entretenimento musical para o público neste momento de pandemia contando com interpretações de grandes nomes do gênero musical como Gal Costa, Caetano Veloso, Marisa Monte, Fafá de Belém, Elba Ramalho, entre outros.

A música popular brasileira, também chamada MPB, tem grande relevância cultural por sua estética e pluralidades que englobam o gênero musical. 

Edir Noya | Divulgação | Foto Luiz Saintclair

Edir Noya

Sua experiência musical começou como professora particular de violão em meados dos anos 80, participando de festivais de música pela região. 

Edir Noya, cantora desde 1998, iniciou sua trajetória artística cantando em um shopping da cidade, e continua se apresentando em vários locais como, bares, restaurantes, praças de alimentação de Shoppings, eventos particulares e corporativos, leilões, casas noturnas, festas populares, eventos realizados por prefeituras de Presidente Prudente  e região, em cidades como: Martinópolis, Piquerobí, Santo Anastácio, Mirante do Paranapanema, Santo Expedito, Teodoro Sampaio entre outros.

Atualmente a cantora se dedica a composições no estilo romântico, shows particulares e festas relacionadas à cultura popular.


Lei Aldir Blanc

A Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017/2020) dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020.


Serviço

O show Melhores da MPB já está disponível para o público, no canal da Secretaria de Cultura de Presidente Prudente no Youtube. (CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR)

Unidade Jardins terá cenário de "destruição" em últimos jogos do Escape 60


Em "Game Over", os jogadores vão tentar desvendar o mistério de quem atacou e destruiu toda a unidade

Divulgação
E60 Play - Plataforma online do Escape60

O Escape 60, franquia líder em jogos de fuga no Brasil, vai encerrar suas atividades da unidade Jardins, em decorrência da venda do prédio, mas em breve já deve anunciar seu novo endereço. 

Para fechar as salas do local que é referência para os #escape60lovers, a empresa resolveu criar um último jogo que foi intitulado “Game Over”, com um storytelling de tirar o fôlego. Por conta das novas restrições causadas pela pandemia, a dinâmica do jogo será individual, gratuita e 100% online e estará disponível entre os dias 25 de março e 15 de abril.

Os clientes terão 60 minutos para enfrentar o desafio de ajudar o Escape60 a descobrir quem atacou e por que destruiu todo o cenário do Escape 60 Jardins. E, para desvendar os mistérios da sala “Game Over” será preciso decifrar enigmas deixados pelos desordeiros que detonaram a unidade e impedir que eles sejam bem-sucedidos no seu ato final. 

“Essa novidade é uma forma diferente de nos despedirmos dessa unidade e foi pensada para dar a ideia de que fomos “atacados”. Como não poderemos fazer a ação de forma presencial, vamos montar a dinâmica dos ambientes num jogo online. Os participantes vão precisar de muito mais foco para vencer esse desafio e terão uma surpresa no final”, afirma Jeannette Galbinski, diretora de Marketing do Escape 60.

Para jogar acesse, a partir do dia 25 de março, o site oficial do desafio “Game Over”:  https://escape60.com.br/e60play-games/?id_e60play_jogo=58

 

Serviço

Data: 25 de março a 15 de abril 

Unidade: Plataforma E60Play

Modalidade: Individual

Valor: Gratuito

 

Sobre o Escape 60

O Escape 60 chegou ao Brasil em 2015 como uma opção inédita de jogo temático, presencial e interativo. A atração é composta por salas com temas distintos e inéditos, em que os participantes são desafiados a descobrir o enigma do jogo para, então, retornar à liberdade, com uma única condição: que tudo ocorra em apenas 60 minutos. Trata-se de uma experiência única de espírito de equipe, com o mínimo de duas pessoas e o máximo de 16 por sala, com instinto de investigação e capacidade de resolução de problemas. Hoje, a franquia está presente em  13 unidades em 8 cidades brasileiras e também desenvolve soluções para os meios corporativos e educacional. Em 2020, o Escape 60 levou toda a magia dos enigmas dos jogos de fuga para o mundo on-line, onde os “Escape 60 lovers” podem continuar a se divertir com os enigmas da franquia mesmo à distância. E, para aqueles que querem levar um pedacinho do Escape 60 para casa, a franquia tem um e-commerce onde comercializa produtos exclusivos e jogos desafiadores, além do serviço de delivery com entrega rápida para a diversão não parar.

 

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8 soluções estéticas que passaram a ser mais procuradas por impacto direto da pandemia

Rugas, queda capilar, perda muscular e gordura localizada são apenas algumas das reclamações que se tornaram mais frequentes nos consultórios médicos devido a fatores como sedentarismo, redes sociais e estresse.

Foto: Divulgação

Se recentemente você tem notado alterações estéticas que antes passavam despercebidas, mas que agora te causam grande desconforto, saiba que você não está sozinho. Esse é um sentimento coletivo causado por fatores comuns do período de pandemia que estamos vivendo ultimamente, como maior tempo ocioso, estresse, exposição mais frequente às redes sociais, maior realização de videochamadas e sedentarismo. Por esses motivos, muitos médicos têm inclusive relatado uma busca expressiva por tratamentos na região facial e corporal. Para entender melhor sobre esse fenômeno, reunimos um time de especialistas que apontou as procuras estéticas que mais aumentaram nesse período. Confira:

Fim das rugas: O maior tempo nas redes sociais e nas videoconferências fizeram com que ficássemos mais atentos a nossa aparência e uma das alterações que passaram a ser mais notadas nesse período foram as rugas. Não é à toa então que aumentou a procura por tratamentos para solucionar esse problema, como a aplicação de toxina botulínica. “Podendo ser aplicada na testa, nos sulcos nasogenianos, ao redor dos olhos e da boca e em diversos outros locais da face e até mesmo no pescoço, a toxina botulínica age paralisando temporariamente as contrações musculares, relaxando a musculatura para evitar que a pele forme as linhas e rugas. O efeito dura cerca de seis meses, mas pode variar de acordo com o paciente e o local da aplicação”, explica a Dra. Roberta Padovan, médica pós-graduada em Dermatologia e Medicina Estética. Além da toxina botulínica, outro método para o tratamento dos sinais da idade são os bioestimuladores de colágeno compostos por substâncias como ácido polilático e hidroxiapatita de cálcio. “Quando injetadas na pele, essas substâncias provocam um processo inflamatório controlado que estimula a produção das fibras de colágeno, combatendo rugas e flacidez”, diz a médica.

Melhora no nariz: Por estarmos mais expostos as nossas próprias características, a procura por procedimentos que alterem a estética do nariz também aumentou. Para se ter uma ideia, as buscas no Google por rinoplastia cresceram 4800% nesse período, o que também foi potencializado pela possibilidade de se realizar técnicas menos traumáticas, como a Rinoplastia Ultrassônica. “O procedimento visa tratar a parte óssea do nariz através de um aparelho que, por meio de vibrações, permite ao cirurgião realizar a fratura nasal necessária para o procedimento de forma menos traumática”, diz o cirurgião plástico Dr. Paolo Rubez, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e especialista em Rinoplastia Estética e Reparadora pela Case Western University. “Realizada sob o efeito de anestesia geral, a rinoplastia ultrassônica possui a vantagem de ser mais precisa e menos traumática, resultando em menos inchaço, sangramento e hematoma no período pós-operatório, o que faz com que o processo de recuperação do procedimento seja mais rápido e mais tranquilo, permitindo ao paciente retornar às atividades rotineiras mais rapidamente”, destaca o cirurgião. Outra técnica que garante menos inchaço e hematomas, além de tempo de recuperação reduzido, é a rinoplastia preservadora. “A rinoplastia preservadora tem como objetivo corrigir problemas estéticos e funcionais do nariz de maneira menos agressiva que a rinoplastia estruturada, técnica tradicional que, apesar de trazer bons resultados a longo prazo, exige longo período de recuperação e causa dificuldades caso seja necessária uma segunda intervenção”, explica o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo, que trouxe a técnica de maneira pioneira ao Brasil. “Na rinoplastia preservadora há também menos chances de ocorrerem complicações e, caso seja necessária uma nova intervenção no nariz, a cirurgia é mais simples. Por esses motivos, a técnica é principalmente indicada para pacientes que vão realizar a rinoplastia pela primeira vez”, destaca.

Combate à gordura localizada: Como ficamos muito tempo parados, é normal que grande parte de nós tenha ganhado alguns quilinhos – observados em gorduras localizadas. É natural então que agora busquemos por procedimentos capazes de dar fim aquela gordurinha resistente: o mais famoso é a criolipólise. “Considerada o tratamento padrão ouro na redução de gordura de forma não invasiva, a criolipólise é baseada no congelamento das células gordurosas, que são muito mais sensíveis às baixas temperaturas do que os tecidos ao redor e as camadas da pele subjacentes. Dessa forma, após a sessão, que dura em média uma hora, as células que sofreram apoptose, ou seja, autodestruição por terem sido submetidas ao congelamento focado e controlado pela tecnologia utilizada no aparelho, são naturalmente eliminadas pelo organismo de forma progressiva”, afirma o Dr. Paolo Rubez.

Melhora da circulação: O sedentarismo da pandemia também causou alguns problemas de circulação nas pernas, com consequente surgimento de vasinhos e veias aparentes. Logo, houve um aumento na busca por procedimentos capazes de tratar essas alterações, como o Clacs, que combina injeções de glicose e laser não invasivo para aumentar a eficácia do tratamento e reduzir os efeitos colaterais. “Através dessa combinação, o laser, que emite pulsos de luz que são absorvidos pelo sangue e agem nas varizes sem causar dano à pele, pode ser aplicado com energia mais baixa, o que diminui a dor do tratamento. Em seguida, a glicose é aplicada nos mesmos locais, potencializando o efeito do laser e secando as varizes, o que também reduz o número de sessões, sendo que após três sessões já é possível notar uma melhora significativa na aparência das pernas”, diz a Dra. Aline Lamaita, cirurgiã vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Ganho muscular: O tempo parado afetou até mesmo aqueles que eram praticantes ativos de atividade física, que viram a massa muscular conquistada com muito esforço se esvair. Logo, muitas dessas pessoas passaram a procurar por modos de recuperar rapidamente a musculatura, o que hoje pode ser feito através de equipamentos que utilizam da tecnologia HIFEM (High-Intensity Focused Electromagnetic), que permite ao paciente fazer um treino muito mais forte e pesado do que ele conseguiria na academia. É o caso do T Sculptor. “O T Sculptor é uma tecnologia não invasiva que ao entrar em contato com a pele gera campo eletromagnético focado de alta intensidade capaz de estimular o músculo por meio de contrações contínuas e intensas. São cerca de 36 mil contrações em cada sessão de 30 minutos, proporcionando assim hipertrofia muscular com consequente aumento do volume da musculatura, redução de gordura devido a ampliação do gasto calórico e, dependendo do protocolo realizado, até mesmo aumento da força muscular”, explica o dermatologista Dr. Abdo Salomão Jr., Doutor em Dermatologia pela USP e referência nacional e internacional em lasers e tecnologias não invasivas.

Solução para orelhas de abano: O uso das máscaras, essenciais nesse momento, torna as orelhas de todos nós mais proeminentes, o que, felizmente, se resolve quando o equipamento é retirado. No entanto, quem sofre naturalmente com orelhas de abano, que causam grande desconforto estético e ainda são acentuadas pelo uso das máscaras, tem a otoplastia como solução. “Podendo ser feita a partir dos seis anos de idade, quando o crescimento do pavilhão auditivo está completo, a otoplastia, ou cirurgia reparadora de orelhas, é indicada para corrigir o espaço entre as orelhas e o crânio, conferindo uma aparência mais natural e harmoniosa”, diz o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Realizada sob o efeito de anestesia geral, local ou sedação, a cirurgia é rápida, durando cerca de uma hora, possui risco baixo e os resultados são excelentes, gerando uma cicatriz quase imperceptível.

Redução da queda capilar: O estresse e alimentação desbalanceada, que fizeram parte da quarentena de muitos, estão diretamente relacionados ao aumento da queda capilar, o que fez com procurássemos mais por soluções para o problema. E entre os tratamentos mais populares e eficazes para solucionar a queda capilar está a Microinfusão de Medicamentos na Pele, popularmente conhecida como MMP capilar. “Indicado para o tratamento de afinamento capilar, eflúvio telógeno e alopecia areata e androgenética, além de também colaborar para o crescimento e fortalecimento dos fios, o MMP capilar consiste em um aparelho com microagulhas imersas em medicamentos que realizam pequenos furos de profundidade controlada no couro cabeludo para tornar a absorção dos ativos utilizados mais rápida, precisa e uniforme”, afirma o Dr. Daniel Cassiano, dermatologista da Clínica GRU Saúde e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). “Além dos ativos, as agulhas em si também auxiliam no tratamento da queda capilar, pois as microlesões provocadas no couro cabeludo promovem a liberação de substâncias responsáveis por ativar a multiplicação de células, o que resulta em mais células sendo produzidas no bulbo capilar, tornando assim os fios mais grossos e favorecendo seu nascimento e crescimento”, finaliza o especialista.

FONTES:

*DR. ABDO SALOMÃO JR: Doutor em Dermatologia pela USP (Universidade de São Paulo). É sócio Efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Membro da American Academy of Dermatology (AAD), Sociedade Brasileira de laser em Medicina e Cirurgia e do Colégio Ibero Latino Americano de Dermatologia. Professor universitário, Dr. Abdo Salomão Jr. ministra aulas nos principais congressos nacionais da especialidade. Além disso, já deu aulas na Austrália, Itália e Coréia do Sul. É uma referência em conhecimento de lasers e tecnologias para fins dermatológicos e estéticos. Diretor da Clínica Dermatológica Abdo Salomão Junior.

*DRA. ROBERTA PADOVAN: Médica Pós-graduada em Dermatologia. Graduada em Medicina pela Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) e especialista em Medicina Estética e Dermatologia pela INCISA. Com participação regular em congressos, jornadas e cursos nacionais e internacionais, a médica é proprietária de duas clínicas, no no Maranhão e em São Paulo, com diversos tratamentos para saúde e beleza da pele. Além disso, atuou como médica residente no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. www.robertapadovan.com.br

*DR. PAOLO RUBEZ: Cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), Dr. Paolo Rubez é Mestre em Cirurgia Plástica pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP. O médico é especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University, com o Dr Bahman Guyuron (em Cleveland – EUA) e em Rinoplastia Estética e Reparadora, pela mesma Universidade, e pela Escola Paulista de Medicina/UNIFESP. http://drpaolorubez.com.br/

*DR. MÁRIO FARINAZZO: Cirurgião plástico, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), o médico é especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Professor de Trauma da Face e Rinoplastia da UNIFESP e Cirurgião Instrutor do Dallas Rinoplasthy™ e Dallas Cosmetic Surgery and Medicine™ Annual Meetings. Opera nos Hospitais Sírio, Einstein, São Luiz, Oswaldo Cruz, entre outros. www.mariofarinazzo.com.br

*DRA. ALINE LAMAITA: Cirurgiã vascular, Dra. Aline Lamaita é membro da diretoria (comissão de marketing) da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, do American College of Phlebology, e do American College of Lifestyle Medicine, a médica é formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (2000) e hoje dedica a maior parte do seu tempo à Flebologia (estudo das veias). Curso de Lifestyle Medicine pela Universidade de Harvard (2018). A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. RQE 26557 http://www.alinelamaita.com.br/

*DR. DANIEL CASSIANO: Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica. Cofundador da clínica GRU Saúde, o Dr. Daniel Cassiano é formado pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e doutorando em medicina translacional também pela UNIFESP. Professor de Dermatologia do curso de medicina da Universidade São Camilo, o Dr. Daniel possui amplo conhecimento científico, atuando nas áreas de dermatologia clínica, cirúrgica e cosmiátrica.

 

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