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Em parceria inédita, MAM São Paulo e MAC USP exibem, simultaneamente, exposição ‘Zona da Mata’


Com curadoria de Ana Magalhães e Marta Bogéa, do MAC USP, e Cauê Alves, do MAM, exposição reúne obras de artistas como Claudia Andujar, Marcius Galan, Paulo Nazareth e Rodrigo Bueno

 

Imagem: Divulgação

 

A partir de 19 de junho, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte Contemporânea da USP exibem, em parceria inédita, a exposição Zona da Mata. Com curadoria conjunta assinada por Ana Magalhães e Marta Bogéa, do MAC, e por Cauê Alves, do MAM, a mostra adota o termo Zona da Mata como metáfora simbólica, não apenas no sentido da geografia física, lança luz às problemáticas latentes do Brasil atual e das relações entre cultura e natureza.

“Diante do Brasil em febril convulsão, violentamente retrógrado, Zona da Mata é hoje todo o país. Alinhados ao desafio mundial, precisamos mais do que nunca nos reposicionarmos frente ao nosso pacto de país e sociedade, a começar por reconhecer saberes ancestrais que não soubemos acalentar, sem aprisioná-los em um passado histórico, mas como parte fundamental de nosso desejável presente”, afirma o trio no texto curatorial da mostra.

 

No MAC USP, a mostra será exibida em uma única montagem, com trabalhos de Brasil Arquitetura (Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci); Claudia Andujar; Fernando Limberger; Gabriela Albergaria; Gustavo Utrabo; Guto Lacaz; Jaime Lauriano; Julio Plaza; Leandro Lima, Gisela Motta e Claudia Andujar; Marcius Galan, Paulo Nazareth e Rodrigo Bueno. Já no MAM, Zona da Mata será exibida em dois momentos, com montagens de artistas diferentes. De 19 de junho a 17 de outubro, a Sala de Vidro do MAM recebe obras de Marcius Galan, Guto Lacaz e Gustavo Utrabo; e de 23 de outubro a 6 de março de 2022, será apresentada, no mesmo espaço, trabalho do artista Rodrigo Bueno feito especialmente para o local.

 

“A parceria entre o MAM e MAC USP é fundamental, há uma ligação histórica entre essas duas instituições que integram o eixo cultural do Ibirapuera. É essencial somarmos esforços, nos reposicionarmos a partir de parcerias e refletirmos sobre o modo como arte e arquitetura abordam a transformação da paisagem e seus vínculos com questões socioambientais”, diz Cauê Alves, curador-chefe do MAM São Paulo.

 

Ana Magalhães, diretora do MAC USP, lembra que "esta é a segunda parceria com projetos de exposições que o MAC USP realiza com o MAM. O estreitamento dos laços entre as duas instituições, sobretudo com a exposição Zona da Mata, vem de um desejo, pelo menos por parte do MAC USP, em reconhecer-se dentro do circuito artístico-cultural do Ibirapuera".

 


Conversa sobre a mostra


No dia 12 de junho, às 11h, acontece uma live sobre a exposição com Cauê Alves, Marta Bogéa e Fernando Limberger, nos canais do YouTube de ambas as instituições (
www.youtube.com/MAMoficial e www.youtube.com/MACUSPVIDEOS). A transmissão contará com intérprete de libras.

Visitação presencial

 

O MAM São Paulo segue um rigoroso protocolo de saúde e higiene implementado em colaboração com a equipe da Consultoria do Hospital Israelita Albert Einstein, além de adotar medidas de proteção estabelecidas pelos órgãos brasileiros de Saúde Pública. O MAC USP segue os protocolos de segurança estabelecidos pelas autoridades sanitárias e acompanhados pela Universidade de São Paulo. No MAM, os ingressos serão disponibilizados apenas online (https://www.mam.org.br/ingresso) e as visitas ocorrerão com hora marcada. No MAC USP a visita é gratuita mas precisa ser agendada em http://sympla.com.br/visitamacusp. Nos dois museus, o número de pessoas por sala é limitado, o uso de máscara é obrigatório e dispositivos de álcool em gel estão distribuídos em pontos estratégicos.



Sobre o MAM São Paulo


Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de áudio-guias, vídeo-guias e tradução para a língua brasileira de sinais. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.


Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório e restaurante. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

 

 

Sobre o MAC USP

O MAC USP foi criado em 1963, quando a Universidade de São Paulo recebeu o acervo do antigo MAM São Paulo, formado pelas coleções do casal de mecenas Yolanda Penteado e Ciccillo Matarazzo, pelas coleções de obras adquiridas ou recebidas em doação durante a vigência do antigo MAM e pelos prêmios das Bienais de São Paulo, até 1961. De posse desse rico acervo composto o novo museu passa a atender aos principais objetivos da Universidade: busca do conhecimento e sua disseminação pela sociedade.

Realizando intenso trabalho para preservar, estudar e exibir o acervo, o MAC USP atua como um dos principais centros no hemisfério sul a colecionar, estudar e exibir trabalhos ligados às várias vertentes da arte conceitual, às novas tecnologias e obras que problematizam a tradição moderna. Ciente de seu papel como polo formador de novos profissionais nas áreas de teoria, história e crítica de arte, além daquelas conectadas aos universos da museologia e da museografia, o MAC USP é reconhecido como um importante centro em todas essas áreas, assim como naquelas ligadas à educação pela arte.

Instalado em um complexo arquitetônico criado nos anos 1950 pelo arquiteto Oscar Niemeyer e equipe, o MAC USP possui um acervo de cerca de 10 mil obras, entre pinturas, gravuras, tridimensionais, fotografias, arte conceitual, objetos e instalações. É considerado um centro de referência de arte moderna e contemporânea, brasileira e internacional, mantendo à disposição de estudantes, especialistas e do público em geral uma biblioteca e um importante arquivo documental.


Serviço:

Local: MAM São Paulo
Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portões 1 e 3)
Horários: terça à domingo, das 12h às 18h

Telefone: (11) 5085-1300

Agendamento prévio: www.mam.org.br/ingresso

https://mam.org.br/
www.instagram.com/MAMoficial
www.twitter.com/MAMoficial
www.facebook.com/MAMoficial
www.youtube.com/MAMoficial 


AI

EXPO REVESTIR - Castelatto: coleções inspiradas na Arquitetura Vernacular

Com a temática Resgatar, Repensar e Ressignificar a marca aposta em coleções inspiradas na Arquitetura Vernacular, na natureza, nas rochas clássicas e no design.

Paris Colors Cepp di Gré | Arq. Fernanda Marchette | Foto-Favaro-Jr

As coleções 2021 da Castelatto são compostas por vários lançamentos, como o Pau a Pique (120x50cm), nas cores terracota e sertão, que recria a técnica construtiva conhecida como taipa de mão; a Pedra Puglia (100x50cm), inspirada nos encantos da Puglia; Moledo (diversos formatos), nas cores Marfim, Cinza Chumbo e Marrom.
A marca traz ainda mais alguns modelos como a Cepp di Gré, Travertino Gold, Antique Patina, entre outras.

Apparente Cinza Produção Castelatto | Foto: Favaro Jr

Apparente Cinza

Moledo Chumbo DGL Arquitetura | Foto: Favaro Jr 

Pedra Puglia Chumbo Fernanda Marchette | Foto: Favaro Jr








Fonte:
Expo Revestir

Exposição a céu aberto no Sesc Thermas aborda a natureza ‘enterrada’ em Prudente



Revelações Imaginadas | Foto: Anderson Capuano
Abertura ocorre nesta noite,  sexta-feira (27), a partir das 19h30, e tem bate-papo dos artistas e curador do projeto com o público.

O Bosque do Sesc Thermas de Presidente Prudente torna-se uma galeria ao ar livre com o projeto ‘Entre Árvores’, que abre na sexta-feira (27) a exposição ‘Revelações Imaginadas – A Natureza de Uma Cidade’. Instalada até janeiro de 2020, versa sobre a história de Presidente Prudente e as decisões que foram tomadas ao longo de sua trajetória para que a cidade tenha hoje seu atual desenho e ocupação.
Ilustração
O objetivo dos artistas Stela Barbieri, Gustavo Von Ha e Coletivo Bijari, sob a curadoria de Fábio Delduque, é trazer à tona o assunto dos rios que correm enterrados pela cidade e refletir sobre os rumos que a história poderia ter tomado caso as decisões fossem outras.
“A ideia é criar uma relação com o espaço, os espectadores e o tema, sem deixar de lado a liberdade poética dos criadores em levantar provocações artísticas com suas obras”, acrescenta o curador Fábio Delduque.
Ilustração
Por meio de trabalhos lúdicos e didáticos, o público é levado a refletir sobre o modelo de urbanização que vem se desenvolvendo ao longo dos anos e quais seriam as alternativas possíveis para que a cidade convivesse harmoniosamente com a sua natureza original.
O artista prudentino Gustavo Von Ha apresenta a instalação “Arqueologia Proibida”, composta por campos arqueológicos fictícios. A obra revela, através do olhar poético e também crítico de Von Ha, um pouco mais da história da cidade pelo viés de um artista local que circula e expõe suas obras em vários museus e galerias do mundo.
Para Von Ha, participar do projeto representa uma oportunidade de se reconectar com sua formação artística e histórica, a fim de abordar, sob outra perspectiva, as narrativas que constroem a memória de Prudente e região. “A arte permite debates e embates de forma mais intensa, relacionando ficção e realidade. Essa ligação direta com a natureza reflete um lugar cheio de possibilidades”, comenta.
“Como a Água Anda”, obra da artista Stela Barbieri, simula, no bosque, um rio imaginário. É uma instalação lúdica, que permite que o público crie o fluxo das águas, manipulando canais, comportas e caixas d’água cenográficas, tornando-se parte integrante da obra e agente de transformações.
O ColetivoBijaRi mostra uma grande instalação luminosa no bosque de eucaliptos do Sesc, com sequências de luz inspiradas no movimento da água, e também dois trabalhos integrantes do projeto “Natureza Urbana”: “Carro Verde” e “Transcidade” são como praças e tem por suporte um veículo abandonado e pneus velhos que são transformados em jardins simbólicos ou trincheiras verdes por conta das plantas que brotam da lataria recortada do carro e dos pneus, provocando a vertigem de uma outra cidade possível e estimulando o uso do espaço público para contemplação da arte e também para o lazer e a convivência.
“O que chamamos de ‘ocupação subjetiva’ consiste na transformação de pensamento das pessoas por meio de pequenas ações”, explica o Coletivo.
A ideia é despertar reflexão e conexão, conforme a gerente do Sesc Thermas, Fabíola Gaspar das Dores. “Ao realizar a exposição ‘Revelações Imaginadas – A Natureza de uma Cidade’, o Sesc busca estimular no seu público a compreensão sobre a história, a formação e uso do espaço urbano e também incentivar a criação de vínculos afetivos com a cidade onde se vive”, descreve.
As obras que compõem a exposição buscam a aproximação e interação com o público, principalmente com as crianças, pois, segundo Fábio Delduque “a escolha da obra cria uma empatia com as pessoas. Quanto mais interativa, maior é a aceitação”.

ABERTURA E BATE-PAPO
A mostra reúne obras que, em contato com a natureza, ganham novos significados e possibilitam diálogos. Na abertura da exposição, na sexta-feira (27), às 19h30, os artistas, arquitetos e curador envolvidos no projeto conversam com o público acerca do processo criativo. Também participa o arquiteto José Bueno, criador do projeto ‘Rios e Ruas’. O bate-papo é gratuito e aberto a todos.

OFICINA
No sábado (28), às 9h30, o arquiteto e urbanista José Bueno e o geógrafo Luiz de Campos Junior, criadores do projeto Rios e Ruas, conduzem a oficina ‘Pelos Rios e Ruas da Cidade: Expedição’.
Com inscrições gratuitas na Central de Atendimento, os participantes são provocados a se engajarem nas questões socioambientais presentes no seu espaço de vida: a cidade.
Através da metodologia criada pelo projeto Rios e Ruas, o objetivo é estimular um olhar profundo e multifacetado sobre a realidade de Presidente Prudente, especialmente em relação aos rios e riachos da cidade. Após um bate-papo, os participantes saem pelas ruas numa expedição em busca dos seus rios escondidos. A classificação é 18 anos.

SERVIÇO
O Sesc Thermas é aberto ao público e fica na Rua Alberto Peters, 111, no Jardim das Rosas, em Presidente Prudente. O telefone para mais informações é o (18) 3226-0400 e a programação completa da unidade está disponível em sescsp.org.br/prudente.


SOBRE OS ARTISTAS
Stela Barbieri, artista plástica, consultora nas áreas de educação e artes. Foi conselheira da Fundação Calouste Gulbenkian (2012-16), curadora educacional da Bienal de Artes de São Paulo (2009-14) e diretora da Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake (2002-13).
A artista tem uma intensa produção de instalações interativas onde as pessoas se tornam parte integrante da obra e agentes de transformações que modificam as obras. Um trabalho que tem uma forte intenção educativa intrinsicamente associada à criação das instalações.

Gustavo Von Ha, é artista visual, nasceu em 1977, em Presidente Prudente, vive e trabalha em São Paulo. Já expôs em diversos espaços no Brasil, como Museu de Arte Contemporânea da USP e Museu Oscar Niemeyer, e em galerias pelo mundo, como em Berlim (Alemanha), Tóquio (Japão), Paris (França) e Nova York (EUA).
A produção do artista prudentino desenvolve-se a partir de diversos núcleos de obras que operam dentro e fora do sistema artístico, atuando em várias plataformas de circulação de imagens como a internet, as salas de cinema, as bibliotecas, o comércio ambulante e o espaço público. Sua obra, estruturada em uma ação performática, encontra-se nos limites entre a realidade e a ficção, o público e o privado, a produção autoral e a indústria cultural.

Coletivo BijaRi é, desde 2001, um centro de criação em artes visuais e multimídia. Seu trabalho deriva de uma pesquisa constante situada na convergência entre arte, design e tecnologia, permitindo imprimir novos olhares e significados à comunicação em diferentes plataformas de atuação. Reúne um grupo multidisciplinar de profissionais, composto por artistas, arquitetos, cenógrafos, designers, diretores de vídeo e planejadores. Utilizam a potência gerada por esta equipe para construir experiências estéticas que transformam a relação entre pessoas, espaço e sociedade.
A ideia do Coletivo BijaRi é trazer para a cidade uma instalação luminosa e um trabalho do projeto Natureza Urbana, que vem sendo realizado desde 2007 com veículos abandonados nas ruas, transformados em jardins simbólicos, trincheiras verdes que brotam da lataria recortada de carros, assim como de caçambas e ônibus inutilizados, provocando a vertigem de uma outra cidade possível e estimulando o uso do espaço público como espaço de lazer e convivência.


AI

Especial SPFW - Desfile Osklen

   Voltei para falar do último desfile do 4º dia! A Osklen entrou na passarela no dia 26-10 às 20h00 na Sala Ibirapuera. Vamos ver um pouquinho do que rolou???
DIREÇÃO DE CRIAÇÃO
Oskar Metsavaht
DIREÇÃO DE MODA
Juliana Suassuna
STYLING
Pedro Sales
BELEZA
Silvio Giorgio
TRILHA
Gomus
DIREÇÃO
Roberta Marzolla
   Sabe aquela sensação de viagem?? É essa sensação que o desfile da Osklen transmite.
   Com silhuetas amplas e um clima relax, nesta temporada a marca apresentou um resort elegante aos convidados.
   Na projeção o relógio marcava 4h20, exatamente quando acontece o pôr do sol no Arpoador, mas nesta coleção de alto verão 2017, Oskar não abordou somente o Rio de Janeiro mas as inspirações se estenderam a balneários. As peças com estampas tropicais com palmeiras e margaridas.  E na cartela de cores: verde, vermelho e amarelo acompanham o branco. Já os tecidos apresentados foram o linho, seda rústica, o neoprene e o tule. Mais algumas imagens desse desfile luxuoso da Osklen...


  Gostaram? As fotos são do fotógrafo Zé Takahashi  da Agência Fotosite. Para adquirir peças da marca é só acessar os sites: Shop2gether e Dafiti, clicando nos banners abaixo:
B01 - 468X60 dia das maes
3 Vestidos por R$149,00
Logo volto com os desfiles do 5º dia, ok??
Beijos, beijos.



RTB Bolsas 600x315

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