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Exposição no MCB e livro celebram de forma inédita a obra do designer e arquiteto Bernardo Figueiredo

A produção de mobiliário moderno, incluindo peças para projeto original do Itamaraty em Brasília, prédios projetados no Rio desde os anos 1960, stands de feiras internacionais e o pioneirismo nos shoppings centers marcam a atuação do profissional

 

Cadeira dos Arcos, de Bernardo Figueiredo, criada para o Pálacio do Itamaraty, em Brasília | Arquivo Bernardo Figueiredo

Visitação de 17 de julho a 12 de dezembro de 2021

 
A trajetória profissional de Bernardo Figueiredo é revista em exposição no Museu da Casa Brasileira – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo – e em livro publicado pela Editora Olhares a partir de 17 de julho, com o título “Bernardo Figueiredo: designer e arquiteto brasileiro”. Curadoras da mostra e autoras do livro, Maria Cecília Loschiavo dos Santos, professora titular de Design da FAUUSP, Amanda Beatriz Palma de Carvalho, doutora em design, e Karen Matsuda, mestre em Design, ambas pela mesma instituição, tiveram o Acervo Bernardo Figueiredo como ponto de partida para a pesquisa.
 
“A produção de Figueiredo está situada no cruzamento da arquitetura, urbanismo, design de mobiliário, design de interiores, cultura e suas inter-relações transdisciplinares. O que motivou estes cruzamentos? Bernardo foi um homem de pensamento aberto e sua identidade profissional sempre esteve imbricada com as condições culturais e sociais do Rio de Janeiro de seu tempo. Ele se envolveu em diferentes experiências profissionais e humanas, sempre com uma atitude aberta e positiva, expandindo suas práticas criativas em direções interdisciplinares e em constante fluxo no Brasil e no exterior”, diz Maria Cecilia Loschiavo.
 
Dividida entre o hall de entrada e as três salas principais do MCB, a mostra traz uma linha do tempo com datas e eventos importantes: desenhos, fotos de suas criações de design de móveis e arquitetura, além do vídeo Fabricando a Poltrona Milhazes, que apresenta a fabricação desta peça na fábrica da Schuster, em Santo Cristo, RS. Haverá também desenhos originais de projetos urbanísticos criados por Figueiredo para a cidade de Porto Seguro, na Bahia.
 
Uma das salas contará com 11 peças produzidas nos anos 1960 que fazem parte do Acervo Bernardo Figueiredo, além de fotos de ambientações dessa época, incluindo imagens da residência de Bernardo. A exibição de um vídeo com trechos do filme "Garota de Ipanema" de Leon Hirzman, 1967, apresenta a segunda residência de Bernardo, que foi uma das principais locações do filme.
 
A Poltrona Carioca, desenvolvida para ser montada em um programa de TV da época, estará desmontada e aplicada em uma das paredes mostrando cada uma das partes que a compõem. Os visitantes ainda poderão conferir fotos do Porão da loja Chica da Silva, que pertenceu à figurinista Kalma Murtinho, pioneira no comércio de artesanato brasileiro no Rio de Janeiro.  O local era ponto de encontro de intelectuais cariocas e comercializou moveis de Bernardo durante vários anos.
 
Outra sala será dedicada ao Palácio do Itamaraty, que abriga o Ministerio das Relações Exteriores, em Brasília. Móveis originais como a Cadeira dos Arcos e a Poltrona Rio irão dividir espaço com as reedições produzidas pela Schuster como a Cadeira Bahia e a Poltrona Leve. Essas peças fazem parte do projeto do Palácio. A sala conta ainda com reedições sofás Conversadeira, que  poderão ser utilizados pelos visitantes e com o vídeo Palácio dos Arcos, criado por Angela Figueiredo com fotos e imagens de 1967 e 2017.
 
 Em um terceiro espaco serão apresentadas peças reeditadas pela fábrica gaúcha Schuster Móveis que, desde 2011, produz os móveis de Bernardo. O público visitante poderá experimentar o mobiliário.
 
"Relançar os móveis do Bernardo significa manter vivo o legado e a própria história do mobiliário nacional. Suas dificuldades, necessidades e propostas de solução. Tudo isso sempre apresentado uma brasilidade típica junto à discussão do jeito de ser e morar do brasileiro e suas relações com a natureza e sua filosofia própria", comenta Wilson Schuster, diretor da empresa gaúcha.
 
Sobre Bernardo Figueiredo
Formado em 1957 pela Faculdade Nacional de Arquitetura (atual FAUUFRJ), o carioca Bernardo Figueiredo (1934-2012) iniciou sua carreira projetando edifícios, explorando o universo do design de móveis e da arquitetura de interiores. Ao longo de sua carreira, ele traçou projetos urbanísticos, desenhou estandes para feiras nacionais e internacionais, projetos gráficos e empreendimentos comerciais, sendo pioneiro na criação de shoppings centers no país, como o Barra Shopping, inaugurado em 1981 no Rio de Janeiro.
 
A carreira de Bernardo esteve fortemente ligada ao Rio de Janeiro nas décadas de 1960/70, sobretudo a Ipanema, bairro onde nasceu e viveu e que se tornou um dos epicentros da cultura brasileira no periodo.
 
“Bernardo, assim como seus contemporâneos, refletiu sobre a materialidade, oferecendo projetos ousados, que visitavam diversas frentes, sem deixar de lado a real funcionalidade de cada um deles, para o seu público-alvo”, explica Karen Matsuda.
 
Bernardo trabalhou na loja Oca, onde teve a oportunidade de conviver diretamente com Sergio Rodrigues e Inge Dodel. Sobre essas experiências, dizia: “Inge me disciplinou, Sérgio me permitiu a intimidade com o móvel e Tenreiro me aguçou o estilo”.
 
Teve participação marcante na concepção do projeto de arquitetura de interiores do Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores em Brasília, em 1967. Ele foi convidado a mobiliar as principais salas do palácio e conviveu, na ocasião, com nomes do modernismo como: Oscar Niemeyer, Burle Marx, Athos Bulcão, Bruno Giorgi e, novamente, Sergio Rodrigues e Joaquim Tenreiro, também chamados para participar do projeto.
 
“O móvel brasileiro existe quando atende às condições próprias da nossa gente. É essa exatamente minha preocupação ao criar um modelo. Proporcionar através do conforto, plástica, materiais e autenticidade, o encontro daquilo que é acima de tudo útil para quem o procure. É uma questão de identidade”, dizia Bernardo Figueiredo.
 
A constante movimentação de Bernardo e sua busca por um modo de vida mais perto da natureza o levaram a se mudar para Porto Seguro, na Bahia. Lá, quis contribuir para algumas soluções para a população local encabeçando pequenos edifícios e projetos urbanos, além de se dedicar a preservar a riqueza natural e cultural da cidade histórica.
 
"Desde sua chegada em Porto Seguro, Bernardo lutou para que a cidade preservasse toda a natureza e vegetação ao redor. Em 1984, quando soube que usinas de álcool seriam implantadas na região, chegou a criar e liderar um grupo em defesa da cidade", contam as autoras Maria Cecília, Amanda Carvalho e Karen Matsuda.
 
“Bernardo teve uma carreira abrangente e múltipla, e suas criações permanecem e demonstram a validade formal e o rigor das respostas de projeto que ele soube dar às mais variadas demandas com as quais se defrontou”, segundo Maria Cecília Loschiavo.
 
 
Sobre o livro
O livro é um importante registro que amplia o conhecimento dos campos de arquitetura e design no Brasil na segunda metade do século XX ao destrinchar o pensamento de um profissional multidisciplinar, que se formou no auge do período moderno e atuou com pioneirismo e sucesso em diversas tipologias. Além dos textos das autoras e de apresentação de Angela Figueiredo e Adriana Figueiredo, a publicação conta com prefácios do MCB e do diplomata Heitor Granafei, que coordenou uma grande pesquisa sobre o mobiliário original do Palácio dos Arcos, além de ensaio fotográfico de André Nazareth.
 
Título: Bernardo Figueiredo: designer e arquiteto brasileiro
Publicação: Editora Olhares
Organização: Maria Cecilia Loschiavo dos Santos
Autoras: Amanda Beatriz Palma de Carvalho, Karen Matsuda, Maria Cecilia Loschiavo dos Santos
Ensaio fotográfico: Andre Nazareth
Prefácios: Heitor Ganafei, MCB
Coordenação do projeto: Angela Figueiredo
Patrocínio: Móveis Schuster
Formato 21x28cm, capa dura
Número de páginas: 176
Tiragem: 2.000
Edição bilíngue / versão em inglês: Adriana Figueiredo, Mark Farnen e Emily Cavelier
Preço de capa: R$ 139
 
 
SERVIÇO:
Exposição Bernardo Figueiredo: designer e arquiteto brasileiro
Visitação a partir de 17 de julho, sábado, às 10h, até 12 de dezembro de 2021.
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h.
Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada) | Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito às terças-feiras.
Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local
 
Museu da Casa Brasileira | Av. Faria Lima, 2705 | Tel.: (11) 3032-3727
SITE: mcb.org.br/
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AI

Museu da Casa Brasileira inaugura mostra “Jean Gillon: Artista-designer”

Primeira exposição individual do designer apresenta criações para o mobiliário moderno nacional ambientadas com obras artísticas e objetos no campo do design de interiores

Imagem: Poltrona Jangada - divulgação 



Visitação de 12 de junho a 12 de dezembro de 2021
 
A partir do dia 12 de junho (sábado), estará aberta a exposição “Jean Gillon: Artista-designer”, uma realização do Museu da Casa Brasileira – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo – e da galeria Passado Composto Século XX.
 
Com curadoria da galerista e colecionadora Graça Bueno e da equipe técnica do MCB, a mostra apresentará obras - datadas entre os anos de 1940 a 2005 - em todas as frentes de atuação de Jean Gillon, artista e designer nascido na Romênia, naturalizado brasileiro ao se radicar no Brasil, trabalhou também com escultura, gravura, tapeçaria, pintura, cenografia e decoração.
 
A exposição contará com móveis originais da época como as poltronas Jangada, Tijuca, Rio e Saci, estofados para exportação e uma poltrona criada para o Hotel Eldorado.  Permeada também por desenhos, cerâmicas e outras peças, a realização apresentará a influência do artista e sua multidisciplinaridade em projetos de design em mobiliário e interiores no Brasil.
 
“A mostra ‘Jean Gillon: Artista-designer’ é mais um passo do Museu da Casa Brasileira em contribuição à composição do mosaico histórico sobre o campo do design no Brasil. Para além dos nomes consagrados e das histórias consolidadas, o Museu busca reconhecer uma construção plural, considerando momentos ainda dispersos e não incorporados pela historiografia da área”, comenta Giancarlo Latorraca, diretor técnico do Museu da Casa Brasileira.  
 
 
VISITAÇÃO
De terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada) | Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito às terças-feiras.
Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local
 
Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.
 
Sobre a galeria Passado Composto Século XX
Fundada em 1988 pela antiquária Cida Santana na Rua da Consolação, teve desde sua fundação até 2002, a colaboração de sua filha Graça Bueno para a aquisição internacional de antiguidades. Em 2002, Graça fundou seu segundo endereço na Alameda Lorena - A Galeria Passado Composto Século XX, com foco em móveis modernos brasileiros e tapeçarias artísticas do século XX.
A Galeria tem como uma de suas missões resgatar a memória e valorizar o design histórico nacional e a tapeçaria. Foi precursora na realização de exposições de mestres, designers e artistas modernos brasileiros, com publicações realizadas por pesquisa própria e com curadores convidados.
 
 
SITE: mcb.org.br/
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AI


AVON  - DIA DOS NAMORADOS

Educativo MCB lança oficina online para crianças

Com objetivo de instigar a criatividade e a imaginação, a ação online promoverá interação entre crianças do Brasil inteiro

Imagens: divulgação MCB / Zá Szpigel

 
No dia 06 de março (sábado), o Museu da Casa Brasileira (MCB) – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo – lança a nova oficina online De Olho Na Casa, uma atividade do Educativo MCB que acontecerá quinzenalmente para crianças de cinco a 12 anos.
 
Com as primeiras sete edições confirmadas, a realização tem o objetivo de subverter as funções dos objetos ao propor um olhar imaginativo e ‘brincalhão’ sobre as moradias. “Queremos que as crianças olhem para a casa e vejam um laboratório de invenções, com objetos que vão além do que realmente são”, explica Zá Szpigel, educadora do MCB e idealizadora do projeto.
 
Entre as atividades presentes nas primeiras edições estarão experimentos com cheiros e objetos da cozinha. Pais e familiares são muito bem-vindos e devem acompanhar as oficinas e auxiliar as crianças no desenvolvimento das propostas.
 
“A nova oficina do Educativo MCB foi criada para o momento em que estamos vivendo, como uma opção segura de interação das crianças em âmbito nacional, não só entre si, mas também com os conteúdos das próprias casas”, afirma Miriam Lerner, diretora geral do Museu da Casa Brasileira.
 
Serviço
Lançamento da oficina online “De olho na casa”
Dia 06 de março, sábado, às 10h pelo Zoom
Programação para crianças de 5 a 12 anos acompanhadas pelos responsáveis.
 
Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se, há 50 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.
 
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AI

Museu da Casa Brasileira prorroga exposições temporárias

 Em 2021, o público terá mais tempo para visitar as mostras “Casas do Brasil: conexões paulistanas”, “Urbanismo Ecológico 2020” e “Campos de Altitude”

 

Com previsão de encerramento em 10, 17 e 24 de janeiro, respectivamente, as mostras temporárias em cartaz no Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, são prorrogadas. Acompanhe a programação abaixo e visite o site do MCB para planejar uma visita segura.
 

Foto: Divulgação MCB | Alisson Ricardo

Casas do Brasil: conexões paulistanas
Nova data de encerramento: 02 de maio de 2021
A mostra apresenta a diversidade do território paulistano a partir de tramas constituídas por trípticos de imagens de interiores e exteriores realizadas em diferentes pontos da cidade por Marcos Freire, com curadoria de Didiana Prata.
‘Casas do Brasil: conexões paulistanas’ traz o recorte de um acervo de mais de 20.000 fotos, feitas em 94 dos 96 subdistritos da capital paulista e em alguns municípios da região metropolitana. A exposição lança um olhar singular sobre os signos e a materialidade de moradas paulistanas em seus arredores, fachadas e interiores. A mostra foi contemplada e realizada por meio do ProAC edital 10-2019 – Exposições inéditas de artes visuais.

Foto: Divulgação MCB | Alisson Ricardo

 
Campos de Altitude
Nova data de encerramento: 18 de abril de 2021
Em “Campos de Altitude” Kitty Paranaguá apresenta um conjunto de fotografias em que registra a projeção de imagens das paisagens externas do Rio de Janeiro sobre interiores e moradores de 13 casas cariocas.
 
Foto: Divulgação MCB | Alisson Ricardo

Urbanismo Ecológico
Nova data de encerramento: 02 de maio de 2021
A exposição, realizada em parceria com a Universidade de Harvard, conta com maquetes, desenhos, publicações e textos acerca dos temas “urbanismo” e “ecologia”, inserindo-os de maneira crítica e interativa no contexto cultural, ambiental e político das cidades brasileiras. A mostra conta com uma série de debates sobre o tema, disponíveis no canal do MCB no Youtube.
 
 
VISITAÇÃO
De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada) |  Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados
Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local
 
O Museu da Casa Brasileira continua realizando atividades virtuais. Fique atento a novidades pelas redes sociais.
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Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se, há 50 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.
 
SITE: 
mcb.org.br/
Museu da Casa Brasileira | Av. Faria Lima, 2705 | Tel.: (11) 3032-3727


 
AI

Exposição virtual ‘Nossa Casa’ é lançada pelo Museu da Casa Brasileira


A mostra de arte e design apresenta por meio de vídeos uma reflexão sobre o habitat na pandemia


Diponível nas
plataformas digitais do MCB
 
Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, lança em parceria com a designer e curadora Camila Fix, a exposição ‘Nossa Casa - mostra virtual de arte e design: uma reflexão sobre o habitat na pandemia’, já disponível no canal do YouTube, site e redes sociais do Museu.

Com curadoria de Camila Fix e texto de abertura do curador especializado em design e arquitetura, Jorn Konjin, a exposição virtual apresenta trabalhos dos artistas  Regina Silveira, Marcelo Cipis, Ricardo Ribenboim, Guto Lacaz, Alexandre Dacosta, Marcelino Melo e dos designers, Ronald Saasson, Claudia Moreira Sales, coletivo Plataforma4, Estudio Guto Requena, Inês Schertel, Giorgio Bonaguro e Gustavo Martini.

A cada semana, o público poderá conferir de forma digital, a difusão dos vídeos de três artistas e designers em trabalhos que refletem sobre as mudanças na relação com o espaço em que vivemos a partir da experiência do isolamento social.
“O novo coronavírus afetou a todos. Parou a sociedade, nos fez repensar a interação com o espaço público, mas acima de tudo, nos fez voltar para nossas casas. A casa se tornou ainda mais importante do que antes, com a reclusão nos limitados metros quadrados que temos”, comenta a curadora Camila Fix.

Todas as obras foram criadas em audiovisual e também representaram o Brasil na semana de design holandês – DDW, em outubro de 2020 (única mostra brasileira do evento). Ainda existe a previsão que em 2021, uma versão presencial da exposição também seja apresentada no espaço físico do MCB.

Confira a exposição: Instagram | Facebook | Twitter | Youtube
 
Toda quinta-feira três novos vídeos.
Patrocínio: Líder Interiores
Apoio: ABD – Associação Brasileira de Designers de interiores
 
Sobre Camila Fix
Formada em Arquitetura com especialização em desenho industrial na Royal Academy of Art em Haya na Holanda. Trabalhou no Museu de Arte Contemporânea da São Paulo, como chefe do setor de design, sendo responsável pelos desenhos do espaço expositivo e design gráfico. Criou a Fix Design há 20 anos. Participou de quatro edições da Bienal Brasileira de Design. Os seus produtos foram publicados no livro Spoon da Phaidon Press. Foi júri de duas edições do Prêmio Design MCB e colaborou com artigos para Casa Claudia e Arc Design.
 
Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se, há 50 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.
 
VISITAÇÃO PRESENCIAL
De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada) | Compre os seus ingressos aqui 
Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados
Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local
 
SITE: mcb.org.br/
Museu da Casa Brasileira
Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano, São Paulo
Tel.: (11) 3032-3727

AI

Museu da Casa Brasileira sedia lançamento do livro ‘Prédios do Brasil’


A nova obra da editora Brava buscou retratar ícones da verticalização na arquitetura de diversas cidades brasileiras

Foto: Milena Leonel

No próximo dia 5 de dezembro (sábado), o Museu da Casa Brasileira – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo – receberá o público e convidados a partir das 11h para o lançamento do novo livro da editora Brava: Prédios do Brasil. O evento acontecerá mediante agendamento de horário e com entrada gratuita.

 
Com autoria de Matteo Gavazzi, Milena Leonel, Camila Raghi, Octavio Pontedura e Rafael Sorrigotto, a obra retrata uma busca extensa por “tesouros arquitetônicos verticalizados” inseridos nos mais diversos momentos históricos, artísticos e culturais das principais cidades brasileiras.
 
O livro conta em 312 páginas o processo de desenvolvimento da verticalização em diferentes áreas urbanas e ainda dá sequência às produções de sucesso do grupo, que anteriormente realizou três volumes da obra ‘Prédios de São” e o livro ‘São Paulo e Suas Casas’, também lançados em parceria com o MCB.

“A publicação se insere na reflexão que faz o Museu sobre as questões do morar brasileiro e sobre a importância da preservação dos marcos da memória da construção do desenho atual das cidades”, comenta Miriam Lerner, diretora geral do MCB.
 
Com dimensão 22 x 21cm e acabamento em capa dura, estarão disponíveis no evento cópias – de uma tiragem de dois mil exemplares – para venda e também pelo site http://www.editorabrava.com.
 

SERVIÇO:
Lançamento do Livro: Prédios do Brasil
Dia 05 de dezembro, sábado
Das 11h às 18h
Entrada gratuita
Local: Museu da Casa Brasileira
Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano, São Paulo
Próximo à estação Faria Lima da linha 4 Amarela do Metrô
 
AGENDAMENTO DE HORÁRIO
Para garantir a segurança de todos e evitar aglomerações, é necessária a aquisição prévia do ingresso de acordo com o horário disponível pela plataforma do Sympla Ingressos. Serão sete opções de horários que permitirão ao participante permanecer até 45 (quarenta e cinco) minutos no local do evento.  

1ª hora – 11:00 – 11:45
2ª hora – 12:00 – 12:45
3ª hora – 13:00 – 13:45
4ª hora – 14:00 – 14:45
5ª hora – 15:00 – 15:45
6ª hora – 16:00 – 16:45
7ª hora – 17:00 – 17:45
 
Museu da Casa Brasileira segue todas as medidas de segurança e saúde preconizados pela OMS (Organização Mundial de Saúde), Centro de Contingência do Estado de São Paulo, ICOM (International Council of Museums) e IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), confira os nossos protocolos de segurança.
 
Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se, há 50 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.
 
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AI

MCB e Universidade de Harvard abrem a exposição ‘Urbanismo Ecológico 2020’

A nova mostra apresenta maquetes, desenhos inéditos e contará com programação virtual

Visitação até 17 de janeiro de 2021

Divulgação MCB

O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, abriu em parceria com a Universidade de Harvard, a exposição ‘Urbanismo Ecológico 2020’ que celebra o lançamento do livro ‘Urbanismo Ecológico na América Latina’ que aconteceu em março e apresenta uma síntese da publicação, destacando propostas da cidade de São Paulo, Colômbia e Cidade do México, dentre outras.

A nova exposição conta com maquetes e desenhos inéditos que exploram seu conteúdo, ampliando seu alcance a audiências diversas, inserindo-o de maneira crítica e interativa no contexto cultural, ambiental e político das cidades brasileiras.

A iniciativa da Faculdade de Pós-Graduação em Arquitetura da Universidade de Harvard tenta evidenciar métodos imaginativos e práticos para abordar as mudanças climáticas e a susten­tabilidade no entorno urbano, entendendo a ecologia como um projeto ético e político que abarca o meio ambiente, não apenas como realidade física, mas também sob o aspecto das relações sociais e da subjetividade humana.

Em 2014 foi publicado em espanhol e português o primeiro volume de ‘Urbanismo ecológico’, uma compilação dos textos surgidos dessa linha de pesquisa e ação urbanística. O surgimento daquele volume acarretou uma série de encontros e debates em diversos países da América Latina e o conjunto de ensaios e obras estão reunidos em Urbanismo ecológico na América Latina.

Este novo volume foi editado por Mohsen Mostafavi, Gareth Doherty, Marina Correia, Ana María Durán Calisto e Luis Valenzuela. A publicação ainda apresenta a realidade complexa e poliédrica da América Latina com base em sete eixos temáti­cos – antecipar, colaborar, sentir, incluir, mobilizar, curar, adaptar –, dialo­gam com a publicação original, explorando novas interpretações.

Além da exposição, haverá uma programação virtual especial sobre assuntos acerca do tema Urbanismo Ecológico e os projetos apresentados na exposição, com a participação de Nelson Brissac, Shundi Iwamizu e Marina Correia, dentre outros. Os bate-papos acontecerão com a missão de difundir os conteúdos apresentados de forma interativa e atual, para o público ao longo da duração da exposição.  
 
A curadoria, arquitetura e comunicação visual da exposição é de Marina Correia e Fabiana Araújo, arquitetas graduadas na Faculdade de Pós-Graduação em Arquitetura da Universidade Harvard.
 
Sobre o MCB
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VISITAÇÃO
De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada)
Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados
Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local
O Museu da Casa Brasileira continua realizando atividades virtuais pela campanha #MCBEmCasa. Fique atento a novidades pelas redes sociais.

Museu da Casa Brasileira
Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano, São Paulo
Tel.: (11) 3032-3727


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Exposição ‘Casas do Brasil: conexões paulistanas’ apresenta a partir de outubro no MCB modos de morar de grande parte dos paulistanos

 A mostra tem curadoria de Didiana Prata e fotografias de Marcos Freire

Foto: Marcos Freire

Visitação até 10 de janeiro de 2021
Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo’, abriu no dia 16 de outubro, sexta-feira, das 11h às 15h, a exposição ‘Casas do Brasil: conexões paulistanas’, com curadoria de Didiana Prata e fotografias de Marcos Freire. Essa é a sétima edição do projeto Casas do Brasil, que propõe a formação de um inventário sobre a diversidade do morar no país.

Ao longo de sete anos, o fotógrafo Marcos Freire realizou 990 visitas a 94 dos 96 subdistritos da cidade de São Paulo, produzindo vinte mil fotos que trazem um olhar singular sobre o território paulistano. Segundo Didiana Prata, o público poderá ver imagens que revelam algo inédito sobre o morar paulistano. “As fotos têm um viés poético, lírico que formam narrativas visuais singulares, conectadas a partir de diferentes elementos da paisagem urbana”, comenta a curadora.

Segundo Giancarlo Latorraca, diretor técnico do MCB, a exposição traz um amplo e importante registro sobre a forma de morar de boa parte da população paulistana. “Com seu olhar atento e minucioso, Marcos Freire, capturou traços da vida cotidiana impressos nos interiores das casas, com seus vários ambientes e objetos e, no espaço comum dos arredores, imersos na grande massa urbana periférica”, comenta Latorraca.

A nova mostra do Museu também apresenta a diversidade do território paulistano a partir das tramas constituídas pelos trípticos de imagens. O espectador terá um olhar mais poético sobre os signos e materialidades dessas moradas: acabamentos das fachadas, decoração dos interiores das casas, cores.

A exposição foi contemplada e realizada por meio do ProAC edital 10-2019 – Exposições inéditas de artes visuais.

Sobre Didiana Prata – Curadora
Designer gráfico e curadora de imagens. Doutoranda do Programa de pós-graduação em Design da FAU-USP. Sua investigação está focada no design e na evolução das narrativas visuais na contemporaneidade, na estética de banco de dados e em novas estratégias criativas e curatoriais. 
Didiana atua como designer e curadora independente, realizando projetos relacionados à cultura visual, educação, arquitetura e antropologia urbana. É membro do Grupo de Pesquisas Estéticas da Memória no século 21 (CNpQ-FAU-USP), professora de Design na Faculdade de Artes Visuais da Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP, São Paulo e da Escola da Cidade. 
 
Sobre Marcos Freire – Fotógrafo
Marcos Freire é um paulistano nascido em 1966 e trabalha na capital como fotógrafo e perito. Formado em arquitetura e urbanismo pela FAU-USP no ano de 1990, o artista seguiu a carreira de fotógrafo publicitário, trabalhando para as principais agências de São Paulo e participando de vários prêmios de festivais internacionais. A partir de 2012, além de fotógrafo, inicia uma nova carreira como perito avaliador de imóveis. Em 2017 o fotógrafo editou o material fotográfico de suas vistorias e começou a publicar no Facebook. Por conta desse material postado, o fotógrafo foi convidado para que o ensaio fosse publicado na edição 13 da revista ZUM, periódico semestral do Instituto Moreira Salles. Parte desse material se encontra nesta exposição do MCB.
 
Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se, há 50 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.
 
VISITAÇÃO
Em outubro de 2020, de terça a domingo, das 11h00 às 15h00
A partir de novembro, de terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada) | Compre os seus ingressos aqui
Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados
Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local

O Museu da Casa Brasileira continua realizando atividades virtuais pela campanha #MCBEmCasa. Fique atento a novidades pelas redes sociais.

Museu da Casa Brasileira
Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano, São Paulo
Tel.: (11) 3032-3727

 
AI

Museu da Casa Brasileira reabre com três novas exposições

Em outubro, o MCB retoma as atividades presenciais com inauguração de novas mostras

Imagem: Divulgação MCB

 
Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, retoma suas atividades junto ao público a partir do dia 16 de outubro, com horário de funcionamento reduzido, de terça a domingo, das 11h00 às 15h00 até final de outubro e das 10h00 às 18h00 a partir de novembro. Na reabertura, o MCB opera com protocolos rígidos de higiene e segurança, e inaugura três exposições temporárias e uma nova proposta para o restaurante.
 
O MCB apresenta, em suas três principais salas expositivas, a mostras Casas do Brasil: conexões paulistanas’, um trabalho realizado pelo fotógrafo Marcos Freire ao longo de sete anos percorrendo o território paulistano. Com curadoria da arquiteta e designer Didiana Prata, a mostra apresenta um recorte das milhares de fotografias feitas em 94 dos 96 subdistritos de São Paulo, além de outros 3 municípios da metrópole. Conexões paulistanas é a sétima edição de Casas do Brasil, projeto que propõe a formação de um inventário sobre a diversidade do morar no país. A exposição foi contemplada e realizada por meio do ProAC edital 10-2019 – Exposições inéditas de artes visuais.
 
Em cartaz também, ‘Campos de Altitude’, da fotógrafa carioca Kitty Paranaguá. A exposição foi realizada em parceria com a Janaina Torres Galeria. Inspirada pelo trabalho ‘Câmara Escura’, de Abelardo Morell, Kitty contrapõe a vista dos moradores de morros do Rio de Janeiro às suas vivências cotidianas. A artista registrou o exterior a partir dos pontos de observação de 13 casas e projetou esses registros externos sobre seus moradores e os interiores de suas casas. Kitty também entrevistou as pessoas que retratou, e este áudio compõe a exposição ao lado das imagens.

Além das exposições fotográficas, o MCB e a Escola de Design da Universidade de Harvard apresentam a mostra ‘Urbanismo Ecológico 2020’, ocupando o hall do museu. A iniciativa evidencia métodos imaginativos e práticos para abordar as mudanças climáticas e a susten­tabilidade no entorno urbano, entendendo a ecologia como um projeto ético e político que abarca o meio ambiente, não apenas como realidade física, mas também sob o aspecto das relações sociais e da subjetividade humana.

“Estamos felizes com a reabertura e a possibilidade de apresentar ao público três exposições inéditas. A nossa programação paralela volta com novas oficinas, lançamento de livros, mas será mantida também a agenda virtual implantada, que amplia a acessibilidade aos conteúdos da instituição e a diversidade de público atendido”, diz Miriam Lerner, diretora geral do MCB.
 
Protocolos de Segurança
Com os protocolos de segurança antecipados à reabertura e treinamento de funcionários para áreas estratégicas, o Museu da Casa Brasileira criou um conjunto de ações para evitar os riscos de contaminação pelo vírus SARS-CoV-2, causador da doença COVID-19.
 
Dentre as diversas medidas implantadas, o uso de máscaras nas dependências do MCB será obrigatório, e haverá sinalização na entrada de cada sala expositiva com a capacidade máxima permitida, para um total de até 25 pessoas distribuídas nas áreas de exposição. Os percursos de visitação passam a ser orientados por funcionários treinados e sinalização de piso. Guarda-sóis foram instalados no jardim com o intuito de indicar a distância segura entre grupos de pessoas. Além dessas medidas, lixeiras específicas para descarte de máscaras e lenços também estão dispostas pelo local. A relação integral dos protocolos e medidas de higiene e segurança adotados pode ser acessada em nosso site.
 
Capim Santo
O antigo ‘Santinho’ se tornou o novo ‘Capim Santo’, da chef  Morena Leite. Com um salão e um deck externo com vista para o jardim do Museu da Casa Brasileira, o restaurante atua agora em versão “a la carte” e novo cardápio.

O restaurante segue funcionando sob medidas de higiene e segurança de terça a sexta-feira, das 12h00 às 15h00, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h00 às 17h00.
 
Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se, há 50 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.
 
VISITAÇÃO
Em outubro de 2020, de terça a domingo, das 11h00 às 15h00
A partir de novembro, de terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada) | Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados
Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local

O Museu da Casa Brasileira continua realizando atividades virtuais pela campanha #MCBEmCasa. Fique atento a novidades pelas redes sociais.
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SITE: mcb.org.br/
Museu da Casa Brasileira
Av. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano, São Paulo
Tel.: (11) 3032-3727


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Museu da Casa Brasileira lança playlist ‘Curadoria MCB’

Em setembro, a instituição lança projeto que relembra mais de 20 anos de curadoria musical

Imagem: Divulgação

Hoje (28), o Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, lança na plataforma do Spotify a primeira playlist assinada por grandes nomes que já passaram pela curadoria do projeto Música no MCB.

 
Com edições contínuas desde 1999, o projeto Música no MCB já teve como curadores: Tiche Puntoni, Akiko Oyafuso, Carlinhos Antunes, maestro Roberto Sion, Benjamim Taubkin, maestro Júlio Medaglia, maestro João Carlos Martins, Antônio Nóbrega, Guga Stroeter, Arrigo Barnabé, Magda Pucci, Anna Maria Kiefer e Miriam Taubkin.
 
A primeira convidada para criação da playlist ‘Curadoria MCB’ é Carmelita Rodrigues de Moraes, coordenadora do Música no MCB há mais de 17 anos. A história da música no Museu da Casa Brasileira se entrelaça com a de Carmelita, que carrega experiências ricas em instituições culturais como a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e o Museu da Imagem e do Som (MIS).
 
Quando convidada a participar do time do MCB, a profissional trouxe anos de expertise em música e cultura para agregar ao projeto que, alguns anos depois, seria personificado pela mesma. “Carmelita Moraes tem sido a responsável pelo sucesso do Música no MCB há mais de 15 anos, um talento reconhecido tanto pelos músicos como pelo público do projeto”, afirma Miriam Lerner, diretora geral da instituição.
 
Playlist Curadoria MCB
playlist assinada por Carmelita relembra alguns artistas que já passaram pelo terraço do MCB, mostrando a diversidade de gêneros trazida pelas apresentações que ocorreram no museu ao longo dos anos. “O objetivo é promover músicas plurais, com diferentes origens musicais”, explica Carmelita.
 
A lista com cerca de 25 músicas apresenta desde bandas contemporâneas da música popular brasileira como Mustache e os Apaches e Metá Metá, passando por obras consagradas como as de Carlinhos Antunes, Antonio Nóbrega e Toninho Ferragutti, canções infantis como ‘Lobo-Guará’, do CD Brasileirinhos - Música Para Os Bichos do Brasil, e mostrando diversidade com The Klezmatics – grupo de música klezmer influenciado pela música negra e gospel. Já o samba aparece representado por Dona Inah – lendária sambista que começou a cantar profissionalmente na década de 1950 e gravou seu primeiro disco apenas nos anos 2000.
 
Para ouvir a playlist na íntegra, acesse: https://spoti.fi/35UYOrl
 
Além da playlist 'Curadoria MCB: Carmelita Rodrigues de Moraes', no Spotify da instituição é possível ouvir as playlists 'Música no MCB', atualizada a cada dois meses, e ‘A casa brasileira nas ondas do rádio’, de canções populares entre 1920 e 1950.
 
Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se, há 50 anos, à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país realizada desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.
 
O MCB está fechado temporariamente, devido à pandemia do Covid-19. Nesse período, o público pode conferir os conteúdos do Museu da Casa Brasileira nas plataformas digitais, que contam com atualizações diárias.
 
SITE: mcb.org.br/
Museu da Casa Brasileira | Av. Faria Lima, 2705 | Tel.: (11) 3032-3727



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